Alessandro Rodrigues
Chá das 5 do "Cansei" fracassa em todo país

Fidel Castro
  A Política e o Esporte

Renato Rabelo, presidente do PCdoB
A Linha do PCdB, versão e realidade


Editorial

As labaredas ainda ardiam no depósito de cargas da TAM e os “cansados da verdade” já afirmavam pelo rádio e televisão que o Airbus A 320 deslizara sobre uma lâmina d’água formada na pista de Congonhas, em virtude da falta do “grooving”.

O objetivo da fraude era acusar o governo federal de haver liberado uma pista sem condições de segurança e responsabilizar, com indignação estudada, o presidente Lula pelas mortes ocorridas.

Sem qualquer escrúpulo,  compaixão ou respeito pelas vítimas da tragédia, repórteres e comentaristas procuravam transformar os mortos e seus familiares em massa de manobra do revanchismo golpista.

A Globo superou-se no exercício da canalhice, durante a cobertura do episódio. Mas, para sermos justos, é preciso reconhecer que neste caso não agiu sozinha.

A mídia das elites endinheiradas tem suas razões para não gostar do presidente Lula. Não foi para satisfazer à avidez egoísta dessa camada parasitária da sociedade que ele recebeu 58.295.042 votos.

No entanto, ela não tem o direito de manipular a opinião pública através de mentiras forjadas para promover um clima de confrontação que atropele as instituições democráticas.

Não têm esse direito os jornais, e muito menos as emissoras de rádio e televisão, pois todas são “concessões públicas” e como tal é de se presumir que estejam obrigadas a manter aquele mínimo de responsabilidade e decoro, que as impeça de desinformar intencionalmente o público.

É bem possível que os monopólios de mídia, desmoralizados e falidos quanto à credibilidade das informações que veiculam, já não reúnam mais capacidade de agir de outra forma. Seguramente, com o tipo de mercenários e dejetos que ora fazem carreiras em suas redações essa é uma missão impossível.

Por isso, a democratização da mídia se torna uma necessidade cada vez mais  imperiosa na vida nacional.

Essa democratização se apóia em três pilares.

O primeiro é a constituição da Rede Pública Nacional de Rádio e Televisão – a TV Brasil.

O segundo é o reconhecimento pelo governo do inestimável papel dos órgãos de imprensa livres e independentes, entre os quais o HP se orgulha de estar incluído, e o conseqüente fim da discriminação desses veículos no acesso às verbas publicitárias oficiais. 

O terceiro é garantir normas e fiscalização adequadas, que coíbam a atual farra do boi nas concessões públicas da área de radiodifusão.

Urge seguir avançando nas três frentes.

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Chá das 5 do “Cansei” fracassa em todo país

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Cartas

A linha do PCdoB, versão e realidade

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Relatório de engenharia civil dos EUA apura   que 27% das pontes do país não são seguras

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A Política e o Esporte

O pesadelo capitalista dos pugilistas cubanos

Hiroxima e Nagasaki, 1945: Estados Unidos perpetram única agressão nuclear a outro Estado

 

 

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05/08/2007
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