|
Cartas
Envie sua carta:
horadopovo@horadopovo.com.br
Isonomia
De acordo com os
critérios de isonomia creio que, assim como parte da imprensa e parte dos
parlamentares defendem o afastamento do Senador Renan Calheiros até que prove
sua inocência, seria razoável que a TVA saísse do ar e a Revista Veja deixasse
de circular até que provem sua inocência quanto às denúncias formuladas na
tribuna do Senado Federal pelo senador Calheiros.
Jaime dos Reis
Sant’Anna – por correio eletrônico
Satélites
Julho de 2007
marcou um grande êxito para os programas espaciais da Argentina e do Brasil.
Neste mês de julho, a Argentina lançou com êxito o foguete TRONADOR I, que
será seguido em poucos anos pelo foguete mais aperfeiçoado TRONADOR II, que
colocará um satélite artificial argentino em órbita. Neste mesmo mês de julho
de 2007, o Brasil lançou o foguete VSB-30, com sucesso (com a ajuda de
técnicos alemães). Em 2010, o Brasil deverá lançar o VLS (veículo lançador de
satélites), que colocará um satélite artificial brasileiro em órbita. Estes
sucessos se devem aos grandes presidentes Nestor Kirchner, da Argentina, e
Lula, do Brasil, que reativaram os programas espaciais de seus países, ao
contrário do famigerado presidente Ménem, da Argentina, que em 1992 mandou
destruir os protótipos do avançado foguete Cóndor a mando do Imperialismo
Norte Americano. Este mesmo famigerado Imperialismo fez de tudo para que o seu
serviçal FHC, vendesse a nossa magnífica base de foguetes de Alcântara para os
Estados Unidos, matando o nosso programa espacial. Só por reativarem os
programas espaciais da Argentina e do Brasil, Kirchner e Lula se imortalizaram
para a História e barraram as pretensões do fatídico Império Norte Americano
de tornarem a Argentina e o Brasil para sempre colônias de exploração e
atrasados tecnologicamente. Viva Kirchner e Lula e a solidariedade
latino-americana
Manoel Prieto Batan
- Santos (SP)
Feira do Trianon
Viver num país onde
os governantes (políticos e funcionários públicos) se unem para criar mais
desemprego é simplesmente intolerável. Trabalho na tradicional feira de
artesanato do Trianon desde 2003 expondo meus produtos. Paguei anualmente as
taxas requeridas pela prefeitura, e também fiz o devido recadrastamento anual
exigido pela prefeitura. Também fiz o teste de habilidade em 2004, juntamente
com mais 50 colegas que tinham licença provisória como eu, e fui considerada
apta, uma vez que a prefeitura nos convocou para comparecermos munidos de
cópias de documentos mais fotografias 5x7 para confecção de cartelão. Cartelão,
para expositores de feira de artes, é sinônimo de devidamente regularizados.
Infelizmente, a nossa decadente prefeitura afirma não encontrar as provas que
fizemos o teste, e este sumiço dos documentos nos tira o direito de trabalhar.
Parece que o atual governo municipal de São Paulo formado pelo prefeito Kassab,
subprefeito da Sé Andréa Matarazzo, supervisor de alimento da SP Sé Daniel
Salati, professora Rose e o Sr. Renato Barreiro estão sentindo um prazer
mórbido em tirar o meio de vida da população pobre de São Paulo.
Sandra Mara
Petricelli – São Paulo (SP)
Ditadura do capital
Pouco importa quem
seja o Presidente, Lula, FHC, Collor, outros; o importante é a resultante do
seu governo. Um país: com mais de 70 % do PIB nas mãos de multinacionais do
G7; que paga R$ 230 bilhões, só de juros, por ano, de uma dívida falsa e sem
auditoria; que tem os bancos cobrando os maiores juros do Mundo; com Meirelles
no Banco Central; com Jobim na “Defesa”; com impostos que levam 5 meses, em
12, do ganho do contribuinte, sem retorno equivalente; com os 3 Poderes
comandados por entreguistas aculturados; com a CLT “na merda”; não é uma
Democracia e sim uma colônia da ditadura financeira do G7, com comando
Anglo-Americano.
Mario Artur Melo Sá
Santos Silva – por correio eletrônico
Nota da Redação:
Não acreditamos, leitor, que você ache que Fernando Henrique ou Collor são
iguais ao Lula. Certamente que temos muitos problemas. Para resolvê-los, só há
uma solução: vamos à luta. E, sem dúvida, é melhor ir à luta com um presidente
honrado. Não é?
|