Cristina e Néstor
inauguram nova etapa da usina nuclear
Atucha II
O presidente Nestor
Kirchner, durante o inicio da construção de uma nova etapa da Central Nuclear
Atucha II, afirmou, na quarta-feira, dia 15, que “se querem nos atacar, que o
façam, mas não vão me fazer retroceder, e a Cristina menos. A Argentina vai
continuar sendo um país independente, gerando trabalho e redistribuindo a
renda. É isso que os incomoda”.
Com a proximidade
das eleições, e com a possibilidade de Cristina Fernández ser vitoriosa no
primeiro turno, a grande mídia têm recrudescido os ataques ao governo.
“O general Perón
inaugurou Atucha I no ano 1974, e Cristina fará o mesmo com Atucha II em
2010”, assinalou, lembrando que o ex-ministro de Economia, Domingo Cavallo,
paralisou as obras, no seu afã de colocar a Argentina atrelada aos interesses
norte-americanos e que com ele o crescimento de país parou e a ampliação da
produção de energia passou a ser desnecessária.
A Central começou a
ser construída em 1981 e deveria ter começado a operar em 1987, mas quando o
governo de Carlos Menem privatizou as empresas de eletricidade, a obra, com
80% da construção concretada, foi paralisada.
Atucha II
acrescentará 750 megawatts ao sistema elétrico do país, uma quantidade que
para se obter através de termelétricas requereria 3 milhões de metros cúbicos
de gás diários.
Do ato participaram
também a senadora e candidata a presidente Cristina Kirchner, o
vice-presidente e candidato a governador de Buenos Aires, Daniel Scioli, e o
atual governador da província, Felipe Solá.