Recursos das regiões marítimas a serviço da Venezuela
O Presidente afirmou que o crescimento da Venezuela exige
uma maior atenção a ocupação de territórios até agora esquecidos, motivo pelo
qual propôs a reorganização da zona marítima do país (mar territorial e zona
econômica exclusiva), que atinge mais de 600 mil quilômetros quadrados de
massa aquática.
“Esse mar o tínhamos abandonado, agora eu proponho que o
organizemos também em regiões marítimas e em distritos insulares, porque todos
os recursos são da Venezuela: os recursos econômicos, a pesca, os recursos
minerais: no solo marinho; no subsolo: o gás, o petróleo, as riquezas
ecológicas; e para cima todo o espaço aéreo”, acrescentou.
Também reiterou a possibilidade de criar plataformas
sobre o mar que representem uma cidade com atracadouros, portos, estações de
combustíveis, serviços para pescadores, espaço para turistas e centros de
investigação científica, entre outros.
“Por isso eu proponho a figura de territórios federais,
pensando nestas zonas fronteiriças, onde muitas vezes não há Estados,
municípios federais ou distritos funcionais, um conjunto de figuras que vão
revolucionar a geografia venezuelana e a distribuição do poder sobre a
geografia”, frisou.