Josi Sousa
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Editorial

A sofreguidão com que o PT se lançou na disputa à presidência da Câmara, atropelando a reeleição do deputado Aldo Rebelo, revela que o partido ainda necessita superar certas dificuldades que o impedem de se sentir representado pelos aliados.

Aldo assumiu a presidência da Casa numa hora difícil, quando estava em curso uma ação golpis-ta para cassar figuras representativas do PT e abrir caminho para o impeachment de Lula.

Com firmeza e discrição, ele segurou o tranco, isolou os focos sediciosos, pacificou a Câmara e virou a página.

Apesar disso, o PT, desconhecendo as opiniões expressas pelo presidente Lula, não admitiu que a reeleição de Aldo fosse a solução natural para a base aliada. Para impedí-la, chegou mesmo a abrir temerária negociação com a banda problemática do PMDB - que hoje se dedica a parasitar a coalizão governamental, mas sequer procura guardar segredo de que só espera o momento oportuno para desembarcar na candidatura do tucano José Serra ao Planalto em 2010.

Ao comemorar essa demonstração de desapreço pelos aliados, o PT se distancia daquilo que necessita fazer para cumprir o papel que lhe cabe na consolidação da unidade das forças nacionais e democráticas, fator indispensável para a vitória nas próximas eleições à Presidência da República.

À exceção de Lula, o PT não dispõe em seus quadros de um candidato competitivo, capaz de enfrentar e derrotar Serra em 2010. E Lula tem deixado claro que não quer nem ouvir falar na hipótese de uma reforma da Constituição que amplie o número de reeleições possíveis - razão pela qual o mais sensato, inclusive, seria que a Reforma Política optasse pela extinção da reeleição.

Os candidatos com acúmulo e densidade para enfrentar a coligação neoliberal de Serra estão no PMDB (Roberto Requião) e no PSB (Ciro Gomes).

Não há nenhum outro nome que reúna essas condições, e é pouco provável que isso venha a ocorrer.

Candidaturas à Presidência da República, do campo que não conta com a preferência dos monopólios e da mídia que os serve, se improvisadas não terão a menor chance. Há atributos que, por serem produto da história, mesmo os melhores marqueteiros não são capazes de suprir. 
 

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