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Editorial

Há pelo menos quatro razões que não recomendam o ex-deputado Nelson Jobim para a presidência do PMDB, em que pese os bons propósitos dos proponentes de sua candidatura.

Em primeiro lugar, ele está há 10 anos fora da militância peemedebista. Reiniciá-la, após tanto tempo, logo na presidência do partido é algo que não tem como fazer bem ao PMDB.

Em segundo lugar, durante o período da militância, quando exercia a liderança do PMDB na Constituinte (1988), Jobim abusou da confiança de seus correligionários, do Congresso e do povo, e adulterou o texto constitucional devidamente votado pelo plenário. Introduziu, entre outras coisas, o artigo que impede que o “serviço da dívida” - isto é, o pagamento de juros - possa ser remanejado no Orçamento da União.

Não se arrependeu da fraude. Pelo contrário, jactou-se do malfeito, como quem exibe um troféu, 15 anos mais tarde.

Em terceiro lugar, como relator da Revisão Constitucional (1993), empenhou-se para aprovar todo o receituário neoliberal advogado pelos monopólios internacionais.

Em quarto lugar, de 1995 a 2002, no Ministério da Justiça, STF e TSE, foi mais Fernando Henrique do que Dna. Ruth. Agiu como autêntico mastim do governo tucano, chegando a ponto de cassar o mandato do então governador Mão Santa, a menos de dois meses do seu término.

É verdade que, durante a “crise política” aberta em 2005, Jobim mostrou-se menos afoito.

Metamorfose ou dissimulação? A prudência recomenda que se dê um tempo, antes de julgar.
 

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