Luiz Henrique conclama
união no combate às injustiças
sociais
Ao tomar posse para o
segundo mandato de governador de Santa Catarina, no último dia 1º, Luiz
Henrique (PMDB) afirmou que lutará para melhorar a eficiência do governo no
combate à burocracia e no atendimento à população que mais necessita do
Estado. “Operário do voto, vou trabalhar, ainda mais, na construção da
democracia social e, assim, no combate incessante por um novo pacto
federativo”, afirmou o governador Luiz Henrique.
A cerimônia de posse teve
início com uma missa na catedral metropolitana, celebrada pelo monsenhor
Francisco Bianchini, ex-professor de Luiz Henrique. Mais tarde, foi realizada
uma cerimônia no Centro de Eventos de Florianópolis. Fizeram parte da mesa o
ex-governador (interino), Eduardo Pinho Moreira, o presidente da Assembléia
Legislativa, deputado Júlio Garcia, e o prefeito da capital, Dário Berger.
O governador, primeiro
reeleito no Estado, destacou que irá aprofundar o processo de descentralização
do governo do Estado, fortalecendo as prefeituras. “Vou avançar na capacitação
e valorização dos nossos servidores públicos. Quero um governo que, cada vez,
gaste menos e invista mais; um governo que gaste melhor: gaste no combate às
injustiças”, afirmou sobre a inclusão social.
“Com exigência de dedicação
e agilidade, vou continuar levando para os lugares esquecidos o asfalto, a
escola, o médico, a enfermeira, a casa, a água tratada, a luz elétrica, a
internet”, ressaltou o governador de Santa Catarina.
Luiz Henrique afirmou que
irá “prosseguir na peleja contra o êxodo e a ‘litoralização’, levando a
infra-estrutura da cidade para o campo, para que o campo não perca o seu
imenso potencial de riqueza, e continue enchendo, inchando, empobrecendo a
cidade, com a migração desesperada”. De acordo com ele, “consciente de que
essa migração desesperada é o fermento do desemprego e da insegurança, vou
investir na ocupação educacional e social das áreas usurpadas pela
narcoditadura, continuando a avançar no aumento do número e da qualificação e
das condições de trabalho dos nossos policiais”.