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Governo cubano condena
“ato ilegal e disparate político”
“O mundo recebeu
com assombro a notícia da execução de Sadam Hussein no mesmo dia em que os
muçulmanos têm como data sagrada para o exercício da clemência”, diz trecho da
nota do governo cubano sobre a execução do líder iraquiano, referindo-se ao
feriado islâmico que acontecia no dia em que Sadam foi assassinado.
Cuba considerou o
assassinato de Sadam “um disparate político, um ato ilegal, em um país que foi
conduzido a um conflito interno em que milhões de cidadãos foram exilados ou
perderam a vida”. Um acontecimento “criticado por diversas razões, de forma
quase unânime, pelos países muçulmanos e pelas nações ricas e pobres”, afirma
a nota do governo de Cuba.
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