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O mundo nunca será seguro para seus assassinos
Linchamento de Saddam exibe a miséria moral de Bush e sua Klan
Presidente do Iraque enfrenta martírio com serenidade e destemor. “A nação vencerá!”, foram suas últimas palavras
Sadam Hussein viveu como um homem e morreu como um homem. Líder da maior revolução
nacional árabe, que nacionalizou o petróleo e fez do Iraque o mais avançado
dos países árabes, seu nome será para sempre a bandeira da vitória do povo
iraquiano. Mais do que isso, o martírio de Sadam o tornou, como Lumumba e Che,
herói de todo homem livre. Seu assassinato foi um crime típico da casta
imperialista dos EUA, onde o linchamento e enforcamento do inocente substituem
a pena do culpado, e onde a Justiça é substituída pela Ku Klux Klan. A coragem
de Sadam ao enfrentar os repulsivos carrascos é o veredicto final que esses
criminosos carregarão para sempre como marca indelével da infâmia.
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