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Após aprovação pelo Congresso Nacional em novembro do ano passado, foram publicadas no Diário Oficial da União do dia 4 as leis que recriam a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que haviam sido extintas em 2001, na gestão tucana. A Lei Complementar 124, que recria a Sudam, dispõe também sobre o Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), com recursos para investimentos em infra-estrutura e projetos destinados à produção, com o objetivo de promover o “desenvolvimento sustentável” nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão. Já Sudene, recriada pela Lei Complementar 125, terá como área de atuação os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e alguns municípios de Minas Gerais. Entre os principais objetivos da Sudene estão os investimentos em infra-estrutura econômica e social, capacitação de recursos humanos, inovação tecnológica e iniciativas de desenvolvimento da região abrangida.
A Sudam e a Sudene substituirão as agências de
desenvolvimento da Amazônia (ADA) e do Nordeste (Adene), órgãos criados por
Fernando Henrique para esvaziar a atuação do Estado nas regiões mais carentes
do Brasil. |
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