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Blá-blá-blá

Não quero opinar sobre investigações da PF, conselho de ética e outros blábláblás, mesmo porque não acredito nesta oposição raivosa e nessa grande imprensa golpista, já vimos este filme. Mas quero ressaltar um gesto de enorme grandeza de Renan, quando em público assumiu com carinho e efetividade a paternidade da filha, coisa que poucos têm a coragem.

Justino Justo J. Silva – Sarzedo (MG) 

Terrorismo

Não suporto artistas, filósofos e escritores hipócritas que dão uma de intelectuais citando os nazistas e seu líder Hitler como monstros, mas se omitindo quanto aos governantes nazi-fascistas aqui e agora. Esses nazistas invadem e se apossam das terras dos palestinos e poços de petróleo dos árabes com a cumplicidade da mídia golpista internacional. Essas privadas alegam que esses “países democráticos civilizados” vão levar a liberdade e a democracia aos “bárbaros”. Pasmem: Justificam as torturas em campos de concentração e o extermínio das vítimas (patriotas que fazem a resistência ao latrocínio praticado pelos Estados Unidos, Inglaterra, Israel e seus aliados). A mídia repete mentiras que passam por verdades imitando Hitler. Os países vítimas devem se unir contra o totalitarismo e também lutar pela democratização dos meios de comunicação, pois os monopólios das privadas fazem uso da liberdade de expressão para desinformar a população que, manipulada, colabora com seus próprios carrascos: o imperialismo norte-americano causador do terrorismo internacional. Resumindo: porque Bush e seus aliados terroristas ainda não foram levados aos tribunais por cometerem crimes contra a humanidade?

Hamilton Maluly – São Paulo (SP) 

Pan-americano

Adoro os tempos de Jogos Pan-americanos! A monotonia dos canais abertos dá lugar a um caos salutar, que faz até quem não gosta de esportes se mexer, saindo da catatonia. Não dá tempo de enjoar! Outro fator positivo no Pan é que ele mostra que a América não é só os EUA - embora eles não se toquem disso, ruins em Geografia que são. Ver Cuba sempre bem colocada, apesar de todos os seus problemas e limitações, é outra diversão. Isso nos mostra que temos muito a aprender com os conterrâneos de Fidel, no âmbito do esporte. O mesmo vale para as áreas da medicina e da educação. Voltando ao Pan: também é interessante a variedade de modalidades reunidas. Muitos descobrem que existem outros esportes além do futebol, e que temos bons atletas em quase todos eles, apesar das quase sempre más condições de treinamento e das ajudas de custo pífias. Isso mostra que muitos de nossos atletas continuam a ser amadores, no sentido da paixão, enquanto a maioria de nossos dirigentes também o é, só que no sentido profissional.

Adilson Luiz Gonçalves – Santos (SP) 

Reciprocidade

A relação entre nações se dá dentro do princípio da reciprocidade. É toma lá dá cá. E ninguém desconhece a má vontade e mesmo hostilidade com que Estados Unidos tratam brasileiros, turistas ou não. E isso desde o consulado estadunidense cá no Brasil. Todos nós lembramos do piloto estadunidense que fez gesto obsceno para policial federal no Aeroporto de Guarulhos e sofreu as conseqüências de sua arrogância. Porém, o bom pernambucano Nelson Rodrigues tinha uma teoria, segundo a qual há brasileiros que carregam dentro de si um espírito de vira-lata. Essa teoria justifica ato da CCJ da Câmara dos Deputados que vem de aprovar o fim do visto para turistas estadunidenses entrar cá no Brasil. Um grande serviço aos EE.UU.AA e uma afronta a nós brasileiros. Uma decisão esdrúxula e impatriótica. Ora, essa questão é aritmética pura. A República Única e Soberana do Brasil não vai fazer concessão sem uma compensação estadunidense. Esses deputados com baixíssima auto-estima e vazios de dignidade tem que se transferir urgentemente para Bogotá e ali se apresentarem ao presidente Álvaro Uribe, que, data vênia, é a maior autoridade da região em “funcionar” como capacho dos EE.UU.AA. Saudações porteirinhenses.

Dilson Pereira – Porteirinha (MG) 

Mais do mesmo

O mundo de hoje que os EUA querem, cheio de conflito e guerras civis. Um líder xiita falou no Líbano um dia: “os EUA querem o Líbano como um paciente na sala de emergência. O paciente não deve morrer e não pode ser saudável, assim eles vão ter motivos para ficar no nosso país”. Vamos analisar o mundo de hoje. Os EUA criaram a guerra no Líbano entre governo e oposição. Mesma coisa ele fez na Palestina entre Hamas e Fatah, também no Iraque entre sunitas e xiitas onde ele mesmo muitas vezes bota bombas nas mesquitas dos dois lados. Em Darfur também o mesmo plano. Vamos analisar cada conflito individualmente, os acontecimentos e as histórias quase as mesmas, mas sempre têm nomes diferentes.

Hussein Shuman Santos – por correio eletrônico
 

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20/07/2007
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