1 2 3 4 5 6 7 8|Índice| Biblioteca|Assinatura|Expediente|Cartas|Não tropece na Língua
Envie sua carta: horadopovo@horadopovo.com.br | hp@webcable.com.br


Abbas, ao condenar ocupação israelense:

“Revolução palestina aproxima a conquista do nosso Estado”

“Superamos a derrota com a Revolução, e agora estamos enfrentando todos os problemas para seguirmos em frente em nosso muito próximo objetivo de estabelecer nosso Estado. Esses problemas que vivemos são como as dores do parto do nascimento do Estado Palestino”, afirmou o presidente da Autoridade Nacional Palestina, ANP, Mahmoud Abbas, na terça-feira, 5, pela ocasião do 40º aniversário da ocupação israelense.

Após a denominada Guerra dos Seis Dias, iniciada por Israel em 5 de Junho de 1967, as tropas israelenses ocuparam os territórios palestinos da Cisjordânia (incluindo o oeste de Jerusalém) e a Faixa de Gaza, além da  península de Sinai, no Egito (retirando suas tropas posteriormente) e as Colinas de Golã na Síria.  

DIREITOS LEGÍTIMOS 

O presidente palestino declarou que o povo Palestino respondeu às ocupações com o compromisso da identidade nacional e da luta pelos direitos legítimos.

Alertando para os conflitos e aclamando pela unidade, conclamou: “é preciso apoiar o Governo de unidade nacional, porque esta é a oportunidade que temos para avançarmos juntos”.

O ministro da informação e porta-voz do gabinete da ANP, Dr. Mustafá Al Burghouti, declarou que “o povo palestino não foi derrotado porque o resultado da guerra de 67 contribui para inflamar a resistência nacional”.

“Nossa luta é acabar com o muro do Apartheid, com a expropriação das terras palestinas, com as intimidações através dos checkpoints nas ruas e outras violações da lei internacional dessa ocupação que já é a mais prolongada da história moderna”, acrescentou Burghouti.

O repúdio à ocupação ocorreu na cidade de Hebron, na Cisjordânia, onde centenas de ativistas do movimento israelense “Paz Agora” se manifestaram contra a ocupação e os assentamentos (em Hebron está localizado um dos assentamentos que abriga colonos israelenses em terras assaltadas palestinas).

Participaram do protesto, ativistas da frente pacifista israelense Meretz e do Conselho Ecumênico de Igrejas e palestinos. Cartazes em hebraico e em árabe pediam o fim da ocupação.

À tarde, foi realizada outra manifestação na aldeia de Anata, ao norte de Jerusalém, onde ativistas palestinos e israelenses, disputaram uma partida de futebol. 

Voltar

Paginas: 1 2  3  4  5  6  7  8

Edição
08/06/2007
1 2 3 4 5  6 7 8
 Índice
 Biblioteca

Especial

O Assassinato de Máximo Gorki

Cadernos:  1  -  2

Especial
Historia do PCUS

Cadernos: 1  -  2

Matérias Especiais
Cartas
Assinatura
Expediente