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Que venham as usinas!
O governo federal
quer construir no rio Madeira, em Rondônia, duas hidrelétricas, Jirau e Santo
Antônio, com 6.450 megawatts no total – aproximadamente metade da potência de
Itaipu, a usina mais potente do país. A obra depende da concessão de licença
prévia pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis (Ibama), que em abril estranhamente publicou parecer recomendando a
não-emissão da licença e pedindo a elaboração de um novo estudo de impacto
ambiental (EIA) para o consórcio formado por uma das mais confiáveis empresas
do país: Furnas Centrais Elétricas. Na capital de Rondônia, estado mais
interessado na realização da obra, manifestações favoráveis não páram de
acontecer. Na semana passada, uma carreata por diversos bairros reuniu
defensores da construção das duas barragens. O ato reuniu vários carros e
contou com a presença de lideranças da indústria, do comércio e da comunidade
local. Adesivos com a mensagem “Sou a favor das hidrelétricas. Usina já”
estavam estampados em carros, vitrines e objetos pessoais. Espero,
sinceramente, que essa novela acabe tendo o Brasil como vencedor, ou seja, o
desenvolvimento sustentável e a autonomia energética são características de um
país soberano e independente. Então, que venham as usinas!
Paulo M. Lago -
correio eletrônico
Factóides da impren$a
O pessoal da impren$a
capitalista é muito malandro: tenta ludibriar as pessoas de baixa instrução,
inventando brigas e desavenças entre Lula e Chávez. Eles criam factóides com o
intuito de prejudicar os que lutam contra o Império. É uma vergonha o que
fazem contra o Chávez, ao mesmo tempo que, de maneira caudatária, atendem à
agenda do verdadeiro monstro terrorista: Bush com seu cachorrinho Blair.
Marcelo Conti -
correio eletrônico
Sáenz e Bolívar
Cara Hora do Povo:
o parlamento brasileiro pode até não ser o papagaio do governo americano, mas
o Brasil e as Américas Central e do Sul estão nas garras da colonização
norte-americana; isso penso ser inquestionável. Pediria ao jornal que falasse
mais de Manuela Sáenz e Simón Bolívar. O jornal está muito bom.
Sérgio Antonio
Barão - São Paulo (SP)
Nota da Redação:
Agradecemos, Sérgio, por suas palavras e pela sua
sugestão. Manuela e Bolívar têm espaço garantido aqui na casa e, sempre que
possível, teremos o prazer de resgatar o heroísmo e o exemplo dos Libertadores
da nossa América.
Palestina
O início desta
guerra não foi em 1967, mas dezenas de anos antes, quando o plano de construir
um estado de Israel foi planejado. A Palestina foi escolhida porque fica no
coração do corpo árabe. O plano era dividir os países árabes para que eles,
unidos, não ameaçassem os EUA e não se aliassem à Rússia, especialmente
naquela época de guerra fria. Israel escolheu essa data por alguns motivos:
primeiro a criação da Organização para a Libertação da Palestina, em 1965. Em
segundo, pelo aparecimento de Jamal Abd Nasser, líder socialista egípcio que
foi amado pelo povo árabe. Israel sentiu que isso poderia impedir que
continuasse seu plano de dominar as terras árabes. Aí Israel decidiu fazer a
guerra. Na guerra de 1967, os países árabes não estavam lutando só contra
Israel, mas contra os EUA, França, Alemanha e Inglaterra. Por isso esses
países ajudaram Israel com armas e dinheiro. Por exemplo: a França deu 300
aviões para Israel. Algumas pessoas falam sobre o direto dos judeus à terra
Palestina porque o seu povo estava lá centenas de anos atrás. Isso é ridículo
porque historicamente muitos povos passavam por lá e os judeus foram apenas um
deles. Então todos esses povos têm o direto de voltar para lá. Ou então vamos
mudar o mapa do mundo para o Alasca voltar para o povo russo. Engraçado como
destruir a Palestina inteira, obrigar seu povo a sair de lá e massacrá-lo não
significa nada para a ONU, mas a morte de um soldado israelense que dominou
com a força a Palestina é considerado terrorismo. Isso é mais uma prova de que
a ONU foi criada pelos EUA para dar legalidade para seus atos criminosos. A
terra que fica ao lado da fronteira do Líbano sempre será Palestina. Um dia,
quando a noite for embora, falaremos bom dia para você, nossa querida
Palestina.
Hussein Shuman - Santos (SP)
Fórmula 1
Apesar do terrível
acidente com Robert Kubica, da BMW, para quem viu a pancada violenta seguida
de várias capotadas, dava a sensação de que o piloto não sobreviveria depois
de tudo aquilo. Mas, felizmente, segundo informações veiculadas, ele apenas
quebrou a perna. O homem é mesmo de sorte e breve deverá estar de volta às
pistas. O Felipe Massa da Ferrari não está na melhor das fases, mas ele é
competente e tem tudo para mostrar o seu potencial. Tirando o novo gênio do
volante Lewis Hamilton, da McLaren, os demais pilotos da ponta estão todos com
chances este ano. Eu, como todos os torcedores, estamos torcendo para que o
Robert Kubica se recupere logo e volta às pistas.
Paulo Hirano -
Curitiba (PR)
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