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RCTV golpista
Carregando a
sinistra bandeira da globalização, eis que eles, os lesa-pátria que
antecederam o PT/Lula no poder, solaparam a grandeza nacional transferindo
patrimônio público para mãos privadas de forma torpe, sucatearam nossa
infra-estrutura, deram dinheiro para banqueiros - vide Proer, multiplicaram a
dívida pública por 10, empobreceram nosso país e nosso povo, impuseram o
apagão, o desemprego de 14% (hoje é 10%) e cobrança de pedágios até dentro de
cidades e se calaram convenientemente quando Chávez foi removido do poder por
47 horas. Por tudo isso e muito mais esses lesa-pátria não direito nem moral
para se imiscuir em assuntos venezuelanos e ainda pretender que o nacionalista
Chávez fique calado. Esses lesa-pátria que maculam nossa história criaram um
incidente diplomático azedando as relações intra-países. O que eles não dizem
é que grande parte dos veículos de comunicação de Venezuela foi convertida em
partidos políticos para destruir Chávez. Que fique claro que em todo mundo TV
é concessão do estado e ao contrário do que dizem nossos lesa-pátria
ressentidos contra o Napoleão do século 21, Chávez não fechou TV coisa
nenhuma. O líder popular que resistiu bravamente também a uma greve geral de
2 meses, se negou a renovar a concessão num ato governamental, e isso é muito
diferente de “fechar TV”. A propósito, a RCTV rigorosamente falando, não era
uma TV e sim um vil partido político golpista. Se amanhã cá na República Única
e Soberana do Brasil, o estadista Lula num ato de governo resolver anular a
concessão dada pelo estado a certa TV brasileira que provoca, desafia e
patrulha nós heterossexuais (sic!), 100% da população brasileira - sendo que
faz isso ora de forma clara, ora subliminar -, nada haverá de ilegal neste
ato.
Dilson Pereira -
Porteirinha (MG)
Oligofrênicos
Caso o companheiro
Carlos Lopes ainda não tenha desperdiçado R$ 16 a R$ 24 para assistir “300”,
tomo a liberdade de informá-lo que trata-se de mais uma patranha
propagandística do império que, felizmente para nós outros, sai por todas as
culatras. Do ponto de vista estritamente técnico-cinematográfico é
medianamente embalado, abusando de intrigas de folhetim, efeitos especiais e
som histérico, digo, estéreo, bem ao gosto desses cineminhas de shopping
center. Os trezentos figurantes escolhidos a dedo em academias do mundo
inteiro (segundo o que minha filha de 15 anos pinçou na net), portando
minúsculas tanguinhas de couro e esplêndidas capas vermelhas de caimento
impecável, despencando ombros abaixo, são sem dúvida um colírio aos olhos do
mulherio e demais aficcionados em rapazes fortes desnudos. Nosso Santoro
liiindjo, apesar de caracterizado num Xerxes pearcing-dragg-qween, aumentado
uns 0.8 em fotolog, aparece gigantesco ao lado daquele rapaz gladiador que
interpreta Leônidas (esqueço o nome desse pessoal novo de fora). No mais,
segue a odisséia do crioulo doido, onde o distinto público é convidado, sem
qualquer sutileza, a fazer paralelo entre o US Army e o minúsculo exército
espartano de “homens livres”, encarando bravamente o “maior exército do
planeta”, “vindo do Oriente” para “tomar de assalto o Ocidente” (sic!),
composto de escravos lutando ao som de rebenques nos costados, comandados por
generais “bruxos, monstruosos e cruéis”, e se dando bem. Aí, ocorreu-me uma
pergunta: será que os oligofrênicos discípulos de Goebles hollywoodianos
estariam chamando toda a população islâmica de “maior (“vindo do Oriente”)
exército do planeta”? Acontece que nós, 6 bilhões e 300 milhões de
planetários, estamos carecas de saber que, na atualidade, o “maior exército do
planeta” - e que apanha de todo mundo: de vietcongs a iraquianos, passando por
somalianos e afegãos - vem a ser, precisamente, o da auto-proclamada “maior
potência militar do planeta”, que não é outra, senão, os EUA. E agora, Homero?
Doris Gibson – por
correio eletrônico
Por nossos direitos
Companheiros de
todas as lutas: eu sou um admirador do jornal e também acompanho a Veja, que
tentou difamar o Hora do Povo com picuinhas. Estes racistas querem dar um “cale-te-boca”,
mas a luta pelos nossos direitos está apenas começando. Eu sou um admirador da
Revolução Cubana e do Che Guevara e escolhi esse veículo porque trabalha para
falar a verdade que muitos veículos de comunicação se negam a falar. Eu
gostaria, se fosse possível, que vocês publicassem a minha poesia. Um abraço
para todos os companheiros que fazem a minha vida ter mais informação e eu me
interessar mais por política.
...Sem conquista
E sem batalha
Como vamos mudar
Alguma coisa,
Lute pelos seus
sonhos
não espere os
outros
lutar por eles,
O vencedor é
aquele que um dia já
Foi derrotado por
sua vitória
e por sua glória
E nunca é vencido
pelo cansaço...
Pico Manarra -
correio eletrônico
Central de boatarias
Estamos cansados
de boatarias. Quando um editor de revista tem a capacidade de lançar uma
matéria bombástica, teria que ter o compromisso com a verdade ou teria sua
cassação pelo órgão ao qual é vinculado. Temos a central de boataria da Globo,
da Veja, da Época e muito mais beneficiários do dinheiro público. Temos o caso
do Palocci, o caso de Vavá e de Renan. Que se apure a veracidade dos atos
ilícitos denunciados ou se casse as concessões destes fabricantes de boatos,
assim como Chávez fez na Venezuela.
Francisco Covre -
correio eletrônico