Márcia: “A capacidade e a
força de Vilma é legado da FDIM e de todas as mulheres”
“A capacidade de amar e
reunir de Vilma permanece na vanguarda do trabalho da Federação Democrática
Internacional de Mulheres (FDIM)”, afirmou Márcia Campos, presidente da
organização em conferência de imprensa realizada no sábado, 23, em Havana,
Cuba.
Márcia disse que a FDIM
admira o povo cubano pela construção do socialismo sob permanente bloqueio e
ameaça do governo dos EUA e ressaltou o papel desempenhado por Vilma para
manter a FDIM nos “momentos mais difíceis, quando ao colapsar o campo
socialista no Leste Europeu, existiu o perigo de desintegração da entidade”.
“A capacidade e a força da
mulher para mudar o mundo é um legado de Vilma que estará sempre presente em
nossas lutas para acabar o neoliberalismo selvagem”, acrescentou a presidente
da FDIM.
Márcia também disse que
mulheres de todo o mundo, incluindo Europa e EUA, têm expressado sua admiração
por Vilma e lutam pela libertação dos Cinco Patriotas cubanos presos nos EUA,
além de denunciar a injustiça da não condenação do terrorista e assassino
Posada Carriles e pelo acolhimento que lhe dá o governo Bush.
A presidente da FDIM fez
escala em Cuba antes de participar do Fórum Social em Atlanta, EUA, onde irá
propor uma homenagem a Vilma Espín, falecida no dia 18.
Claudia Herrera e Nieves de
Pandrino, respectivamente vice-presidente e diretora do Instituto de Mulheres
Venezuelanas, declararam que Vilma forma parte de um “batalhão de amor e
solidariedade”, que se demonstra na prática com os milhares de cubanos que
estão em seu país.
Magali Arocha, do
secretariado da Federação de Mulheres Cubanas, disse que “milhares de
mensagens de todo mundo manifestaram amor e admiração por Vilma”.