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Editorial

Os familiares do sr. Mainardi e seus amigos – se é que ele possui algum – não têm razão para se preocupar com a sua integridade física.

Apesar da celeuma que “Veja” pretendeu causar com a nota de 10 linhas aqui publicada, na edição do dia 27 de abril, ele não corre nenhum perigo.

O HP não produziu qualquer ameaça nem incitou à sua morte. Aliás, “Veja” deveria se decidir por um dos dois delitos, antes de pagar seus escribas para ridiculamente nos acusar de ter cometido os dois ao mesmo tempo.

A quem não revelou inteligência suficiente para apreender o teor do nosso texto, através da sua simples leitura, vamos esclarecer pausadamente.

A nota, que tem como título “Inconformado com perda da impunidade, Diego desrespeita a memória de Bacuri”, é composta de duas partes distintas.

A primeira, com exceção da troca de seu primeiro nome, de Diogo, para Diego, é cem por cento séria:

“Condenado com seus patrões da ‘Veja’ a pagar 30 mil reais ao ministro Franklin Martins, em processo por calúnia, o garoto de programa Diego Mainardi houve por bem se auto-intitular ‘o Bacuri do petismo’.

Bacuri foi martirizado por 109 dias seguidos no Deops e perdeu a vida em 1970 por negar-se a revelar aos algozes informações que pudessem prejudicar o andamento da luta revolucionária contra a ditadura. Foi um herói na plena acepção da palavra.

Já o pequeno canalha perdeu apenas algum dinheiro.”

A segunda parte é um deboche, uma gozação, uma provocação, um exagero, uma piada, como as que o sr. Mainardi pretende estar fazendo quando afirma que “só dou opinião mediante pagamento antecipado”:

“Sabemos o que o vil metal significa para certo tipo de pessoas. Ainda assim, ao que tudo indica ele está pedindo para perder algo mais.

Pode ficar tranqüilo. Não faltarão almas pias para fazer a sua vontade”.

Vil metal, almas pias... desde quando o HP se vale desse tipo de expressões quando está falando sério? Deu para perceber que se trata de uma devolução, em dose homeopática, de seu próprio veneno ou vai ser necessário um desenho? E quem não captou o motivo pelo qual trocamos intencionalmente o seu primeiro nome, é só perguntar que ele não se furtará a responder.

Para que não reste nenhuma dúvida quanto às nossas intenções, todos os companheiros aqui da Redação do HP declaram solenemente que assumem integral responsabilidade pela segurança do sr. Mainardi. Ela muito nos interessa.

E vamos explicar a razão.

Mainardi é uma das causas do isolamento e declínio de “Veja”, esse instrumento golpista e visceralmente antidemocrático a serviço de tudo o que há de mais esclerosado no mundo. Porque ele consegue, sem grande esforço, se colocar freqüentemente à direita da linha editorial nazi-africâner da publicação, acelerando com isso o seu desprestígio.

Agora que estamos devidamente conversados, firmeza, pessoal: o Mainardi ninguém tasca!  
 

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