Informe Publicitário
Sindicato dos Professores do
Ensino Oficial do Estado de São Paulo
Assembléia dos professores decide manter estado de greve e continuidade da luta
pelo atendimento das reivindicações
Reunidos em frente à Assembléia
Legislativa na tarde de sexta-feira, 4 de maio, mais de cinco mil professores
aprovaram a continuidade da mobilização pelo atendimento das reivindicações e
manutenção do estado de greve contra o projeto que cria a SPPREV (São Paulo
Previdência).
Os professores avaliaram que a
alteração no projeto da SPPREV (inclusão dos Admitidos em Caráter Temporário e
maior participação na gestão) foi um recuo do governo estadual pressionado pela
grande mobilização da categoria e pela possibilidade de greve na rede pública
de ensino. Mas é preciso garantir a retirada do projeto da Assembléia
Legislativa e possibilitar um amplo debate na formulação da previdência
estadual que assegure direitos de todos os servidores públicos. Portanto, se o
governador encaminhar o projeto aos deputados para votação, os professores
entram em greve.
Calendário de Mobilização
A assembléia aprovou ainda um
calendário de mobilização para pressionar o governo José Serra a atender às
reivindicações educacionais e salariais dos professores. Até o presente
momento, Serra não deu retorno às reivindicações encaminhadas ao governo como
parte da campanha salarial e educacional de 2007. É imprescindível que todos os
docentes participem das ações em defesa da escola pública de qualidade. A luta
tem o objetivo de assegurar: melhores condições de trabalho; fim da aprovação
automática; reajuste salarial imediato; piso do DIEESE (R$ 1.620,89 em março);
incorporação das gratificações com extensão aos aposentados; garantia de
emprego com estabilidade a todos os professores; máximo de 35 alunos por sala,
entre outros pontos.
Mais uma vez, está comprovado que
somente a mobilização e a pressão podem garantir conquistas.
Calendário de Mobilização:
09 e 10 de maio: vigília na
Assembléia Legislativa para não permitir a votação da SPPREV
10 de maio: ato unificado, com
paralisação – 14 horas, Masp
15 de maio: reunião centralizada
com representantes de escola – Assembléia Legislativa
23 de maio: assembléia geral dos
professores e participação nas atividades convocadas pela CUT e demais centrais
sindicais contra as reformas que retiram direitos dos trabalhadores – 14 horas,
Masp.
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