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Falta de humor
Amigos do MR8: diante da histeria
do garoto de programa e capacho do Civitta, cabe lembrar que no programa
Manhatan Conection o rapaz afirmou: “já que infelizmente não podemos dar um
‘teco’ no Chávez”, no que ele foi interpelado pelo Sindicato dos Jornalistas do
Rio. Ele retrucou no mesmo programa que o sindicato não tinha senso de humor.
Tudo que é sério e pode ser interpretado como ameaça, ele desvirtua como falta
de humor.
Marcelo Ghignatti, jornalista (MTB 4807) - por
correio eletrônico
Autopromoção
Apesar da comicidade que se
traduz na linha editorial de seu jornal, o MR8 sempre me pareceu uma
organização séria e, portanto, não achei verossímil a interpretação de Diogo
Mainardi de que aquele texto de capa significava uma ameaça de morte.
Justifico: o texto, apesar de recuperar a memória ultrajada de Bacuri, mantém o
tradicional bom-humor característico da Hora do Povo e, com aquele “perder algo
mais”, confesso que imaginei várias possibilidades, tais como outro processo,
dinheiro, emprego, pregas, etc., mas nem de longe entendi aquilo como uma
ameaça, muito menos de morte. Aliás, quem domina um pouco da história do Brasil
sabe que o MR8 nunca foi de perder tempo com coisa insignificante e, portanto,
em minha opinião esse decadente Mainardi está querendo mesmo é se autopromover
às custas do MR8. Portanto: cuidado, rapazes!
Mário M. Farias - São Paulo (SP)
Traidores da Pátria
Olá meus amigos: sou leitor do HP
há muito tempo, desde a época em que custava 30 centavos e só o encontrava em
uma ou outra banca daqui de Santos. Eu tenho guardadas várias edições mas, por
algum mistério, eu lembro que em 2001 eu fiquei por muito tempo sem encontrar o
jornal nas bancas. Por favor, como posso acessar as edições de 2001? No site
atual só há edições antigas de 2003 a 2006. Um grande abraço e não se intimidem
com os covardes e traidores da pátria.
Angelo Cruz Martins - Santos
(SP)
Nota da Redação:
Olá, Angelo.
Estamos digitalizando nossos arquivos e esperamos que em breve possamos
disponibilizar todas as edições antigas aos leitores. Um grande abraço para
você também.
Saída do Iraque
“Errar é humano, mas persistir no
erro é burrice”. O presidente George W. Bush passa a ser um sério candidato ao
título de “Jumento do Ano”. Levado pela insensatez com que sempre conduziu o
conflito no Iraque, o presidente Bush jogou fora a oportunidade que lhe foi
dada pelo Congresso dos EUA, e vetou a Lei que garantia as verbas necessárias
para o esforço de guerra, mas impunha, como condição, o estabelecimento de um
cronograma para a retirada das tropas do território iraquiano. Com a visão
obtusa que o caracteriza, Bush não conseguiu perceber que tinha nas mãos uma
saída honrosa para a armadilha em que se transformou o Iraque, onde os
norte-americanos, tal como um dia aconteceu no Vietnã, são obrigados a
enfrentar.
Júlio Ferreira - Recife (PE)
Veracidade
Não me considero uma leitora
assídua deste jornal, mas com certeza levo muito em consideração todas as
opiniões e as notícias veiculadas por esse instrumento da imprensa brasileira.
Conheci o HP (como o meu esposo se refere a este jornal) em 2001 e sempre não
compreendi o fato de ter sempre fotos de mulheres de biquíni em um de suas
páginas. Eu abria o jornal, lia as matérias, me identificava com a maioria
delas e de repente, me deparava com algo que na minha opinião era completamente
contra a proposta de vocês. Sei que a minha opinião pode ser interpretada, como
“despeito” ou “inveja” dessas “garotas”, mas não é o sentimento que tenho, ao
enviar-lhes minha carta. Hoje morando no Rio, volto a folhear o HP e pra minha
grata surpresa, percebo que houve um amadurecimento por parte da edição em
verificar que o HP não necessita desse tipo de “apelação” para vender mais
jornais e nem faz a linha obscura e duvidosa de outros tablóides. Acredito que
o HP seja um jornal diferenciado que expõe, diariamente, o que afeta o nosso
país de forma mais cruel que é a nossa desigualdade social e suas
conseqüências. Continuarei acreditando na veracidade das informações do HP e
admirando-o pela coragem e principalmente por não manter “coligações” com o
poder, no sentido de alienar ainda mais o povo brasileiro.
Cíntya Cristine Martins da
Veiga Faria - Rio de Janeiro (RJ)