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1º de Maio unitário da Itália exige desenvolvimento do país com elevação dos salários

A Itália comemorou o 1º de maio com grandes manifestações unificadas das três grandes centrais sindicais, CGIL, CISL e UIL que ocuparam o centro de Roma, Milão, Turim e outras cidades italianas.

A consigna dos atos de trabalhdores na Itália foi “O futuro somos nós”.

A principal reivindicação dos trabalhadores nas manifestações, que ocorreram em todo o país, foi por uma política econômica que gere crescimento com melhores condições sociais.

O folheto distri-buido pelas centrais da Itália exigiu “desenvolvimento com elevação do consumo interno com base na melhoria dos salários e combate ao emprego informal”.

As centrais denunciaram ainda o descaso que se expressou na no alto número de acidentes de trabalho no país, que já mataram 226 pessoas este ano.

O secretário-geral da principal central sindical do país, a CGIL, Guglielmo Epifani, pediu “tolerância zero para as mortes e os ferimentos por motivos de trabalho”.

“É absurdo que se deva morrer trabalhando, e trabalhando por salários baixos, às vezes até indecentes”, disse um dos filhos das vítimas dos acidentes.

O primeiro-ministro, Romano Prodi, participou em Bolonha da entrega das “estrelas do mérito no trabalho”, e disse que seu governo está trabalhando para que os acidentes de trabalho tenham “a menor proporção possível”. Para isso, “a legislação é uma condição necessária, mas não suficiente”.

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09/05/2007
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