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15 de
outubro - Dia do Professor
Apeoesp denuncia 3 anos sem
reajuste
“Estamos sem reajuste há três anos. Não queremos
bônus uma vez no ano, licença-prêmio a cada cinco anos. Temos direito a
um salário digno”, afirmou o presidente do Sindicato dos Professores do
Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Carlos Ramiro.
O sindicato defende que o piso salarial da
categoria para um professor que trabalha 24 horas por semana deveria ser
de R$ 1.670. Segundo a entidade, este valor, com gratificações, não
passa de R$ 915.
CNTE comemora as
conquistas: piso nacional e legalização de funcionários
Em nota divulgada no Dia do Professor, a
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação afirma que “os
trabalhadores em educação têm muito para comemorar neste mês”. “A luta
por um piso que beneficiasse todos os profissionais teve bons
resultados. O substitutivo do relator, deputado Severiano Alves
(PDT/BA), já deixou a Comissão de Educação. Vamos continuar pressionando
para que a tramitação da matéria seja rápida nas outras comissões e que
muito e breve possa entrar em vigor”, diz.
A nota ressalta ainda a aprovação na Comissão de
Educação e Cultura da Câmara dos Deputados da alteração do artigo 61 da
Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), é mais um passo para,
segundo a nota “discriminar as categorias de trabalhadores como
profissionais de educação, dentre eles, a dos funcionários de escola”.
Ministro defende Plano
da Educação
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse
no Dia dos Professores que a perspectiva do governo é aprovar até o fim
do ano os projetos de lei relacionados ao PDE, encaminhados ao Congresso
Nacional.
Haddad afirmou que após a aprovação da lei sobre
o piso salarial para os professores, o governo pretende lutar pelo
andamento do projeto de lei que dispõe sobre as diretrizes da carreira.
“São quatro ou cinco iniciativas em curso que é
a questão da formação dos professores, que passou também a ser da alçada
federal; a questão do piso; a questão das diretrizes de carreira que vão
ser apreciadas pelo Congresso na seqüência da aprovação da primeira lei
[piso]; a nova Capes, que cria uma agência de fomento para a formação
dos professores no plano federal e as bolsas de iniciação à docência que
reforçam nossas licenciaturas presenciais”, destacou.
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