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Coordenador da Scotland Yard admite que brasileiro Jean Charles não foi
identificado como “terrorista”

Um dos coordenadores da equipe da Scotland Yard que assassinou Jean Charles declarou em tribunal que o brasileiro, em nenhum momento, foi identificado como um “terrorista” visado pela polícia inglesa.

A admissão do erro que levou a morte de Jean com tiros à queima-roupa dentro de uma estação de metrô, foi feita pelo policial identificado como Owen.

Uma outra coordenadora, Cressica Dick, que acompanhou a operação de uma sala da Scotland Yard admitiu que “partes da ação péssimas” mas procurou agora se esquivar da responsabilidade pelo assasssinato de Jean dizendo que elas ocorreram “sem estrutura”.

A BBC, que divulgou as declarações de Cressica não disseram quais eram os problemas de “estrutura” que levaram os policiais a achar que podiam atirar para matar, seguramente, com base no “critério” de que a vítima não tinha o perfil físico de anglo-saxão.

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