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Cristina destaca trabalho da Venezuela e oferece a solidariedade argentina
pela libertação dos demais
A presidente
argentina, Cristina Kirchner, saudou a liberação de Consuelo e Clara, a
atuação de Hugo Chávez e a participação de seu marido, o ex-presidente
Néstor Kirchner apoiando a iniciativa do resgate.
Em seu
pronunciamento, realizado no dia 10, Cristina destacou que meios de imprensa
a exemplo do La Nacion haviam festejado o primeiro revés. “Kirchner se meteu
em um cipoal. O próprio Chávez perdeu legitimidade para se meter no conflito”,
havia festejado o periódico.
“E que”,
prosseguiu a presidente, “havíamos sido muito ingênuos em esperar gestos
humanitários do grupo terrorista”.
“Quando
decidi pedir ao presidente Kirchner que fosse a Colômbia nesta ação
humanitária, o fiz com a absoluta convicção com a qual sempre tenho atuado,
na defesa irrestrita e irre-nunciável, em matéria de direitos humanos, sem
especulações, sem medir custos políticos, sem medir a quem gostariam ou
deixariam de gostar estas atitudes”, destacou Cristina.
Ela saudou
“o aporte da Venezuela, do Brasil, da França, da Suíça”. A presidente
destacou sua felicidade ao ver estampada a alegria nos rostos de Con-suelo,
Clara e do menino Emmanuel: “Definitivamente o esforço, a esperança, sempre
valem a pena”.
“Vamos por
mais, por Ingrid e pelos demais, oferecer uma vez mais a mão solidária da
Argentina muito além dos escribas”, finalizou.
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