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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Bilhete único
A
este conceituado jornal, que tem prestado um grande serviço ao país. Nós,
usuários do transporte público paulistano fomos novamente castigados com a
terceira mudança feita no bilhete único, depois de serem reduzidas para
quatro o número de viagens que podem ser feitas com o mesmo crédito no
período de duas horas, e de termos que cadastrar o bilhete para que este
seja validado no ônibus.
Agora somos
obrigados a carregar o bilhete com no mínimo R$ 10,00 de crédito, sendo que
grande parte da população muitas vezes não dispõe nem mesmo do preço
unitário de R$ 2,30. A nova medida causa prejuízo à população, porém, é um
grande negócio para as empresas de transporte público que recebem
antecipadamente por serviços ainda não prestados.
Este é um exemplo
da política tucana e do DEM, que matou a educação, arrebentou a saúde e
sucateou o transporte.
Francisco das
Chagas Machado, São Paulo - SP
Dengue
A
Globo encontrou na epidemia de dengue seu viés para suas reportagens
hipócritas. Simplesmente está dramatizando a doença. É claro que a morte de
pessoas, principalmente crianças, nos comove o corpo e a alma, mas a rede
Globo faz questão de fazer demagogia com o sofrimento alheio. No dia 25 de
março a reportagem mostrou crianças através de fotos, vítimas do terrível
mosquito. Precedido da fotos, uma narração teatral, dramática, da
apresentadora, digna de novela das oito.
O sr. Ali Kamel
não está sensibilizado com a dor dos pais destas crianças, está, isto sim,
tentando criar fatos potiqueiros para atingir alguém. O objetivo dele tem
outras finalidades espúrias.
Um dia desses ouvi
de um professor universitário que a dengue é uma epidemia nacional. Disse
que a solução depende de 170 milhões de brasileiros. A Globo prestaria uma
enorme contribuição se orientasse a população como exterminar os focos do
mosquito e não o drama causado por ele.
Lair E. Alves.
BH. Minas Gerais.
Vitória
O
governador de São Paulo parecia ter se esquecido que a política privatista,
implantada durante anos por seu partido, foi derrotada nas últimas (e
penúltimas) eleições. Serra fez-se de desentendido e tentou, contra tudo e
contra todos, voltar aos velhos tempos de entrega do patrimônio público a
preço de banana, não conseguiu.
Alguns justificam
a debandada dos consórcios que estavam interessados na aquisição da Cesp
afirmando que os “preços estavam altos”. Todo mundo sabe que a realidade não
é essa. A verdade é que no Brasil não existe mais espaço para a entrega de
nossas riquezas nas mãos do capital estrangeiro.
A população foi às
ruas. Movimento social, estudantil, de mulheres, sindical, todos se uniram
em torno da bandeira única contra a privatização.
A privatização da
nossa empresa foi barrada e ela continuará gerando energia ao povo
brasileiro. Essa o excelentíssimo governador José Serra teve que engolir. A
Cesp e do povão!
Mariângela
Assunção, por correio eletrônico.
Lula
O governo de Lula
atingiu sua melhor marca. Com 58% de classificação como “ótimo ou bom” o
povo brasileiro assina embaixo da eleição do nosso presidente e não se
mostra nem um pouco arrependido da derrota que impôs a seus antigos
governantes. O presidente vem mostrando nesses anos todos que governa para o
povo. Povo do qual ele veio e faz parte.
Há muito que
avançar, principalmente na área econômica. É preciso baixar os juros, é
preciso que pessoas como Henrique Meirelles, que não deve nem sentir-se em
casa num governo como esse, afastem-se do poder público. Mas nesses últimos
anos o Brasil mudou. A população de menor renda vê agora que têm
possibilidade de avançar, de crescer. Hoje a grande maioria brasileira tem
perspectiva, palavra que antes não lhes cabia.
Hoje, apenas 11%
dos brasileiros classificam o governo como ruim ou péssimo, a imensa
minoria. Em um país com gigantesca desigualdade social, onde muitos nada
têm, e poucos têm tudo, esse dado não é de se estranhar.
Xavier Assis de
Carvalho, por correio eletrônico
EUA
Mais um sanguinário, com sede de invadir países quer ser presidente dos EUA.
“Se precisar continuar no Iraque, fico dez mil anos no Iraque”, foi o que
disse Mcain, do Partido Republicano, o mesmo de Bush. O povo americano não
deve cometer o mesmo erro e votar em mais um maluco, como aconteceu quando
votou em Bush.
Hussein Hussein
Santos, por correio eletrônico. |