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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Não colou
A oposição não se
cansa de tentar malhar a imagem do governo brasileiro. A última história que
apareceu nos veículos de mídia é a do suposto “dossiê”, que traria
informações sigilosas sobre o governo do ex-presidente do PSDB. FHC,
bonzinho como é, liberou os acessos ao banco de dados com a mais pura
intenção de proporcionar aos membros da CPI da Tapioca uma investigação com
maior embasamento.
O tucano Arthur
Virgílio tratou logo de solicitar, já que FHC liberou, o livre acesso aos
dados sigilosos da atual presidência. Como se esses dados estivessem
vulneráveis a vontade de um ou outro ex-presidente.
Todo mundo sabe
que existem gastos secretos em todos os Estados, isso acontece em nome da
segurança nacional. Sempre foi assim, e sempre será assim, com a mais
absoluta normalidade.
Essa, como já foi
muito bem colocado em matérias desse intrépido jornal, não colou.
Marlene da
Silva Venturine, por correio eletrônico.
Lula de novo
O bom desempenho
que o presidente Lula vem conquistando nas pesquisas de aprovação de seu
governo traz novamente à tona a discussão sobre a possibilidade de uma
terceira eleição.
As pesquisas
indicam de forma clara que o povo gostaria que Lula fosse eleito novamente
para governar o Brasil, mas a lei o impede de fazê-lo. Devemos refletir
sobre a questão. Todos os brasileiros têm direito à candidatar-se, mas
somente o brasileiro que o povo gostaria que se elegesse, não tem esse
direito.
Como afirmou o
vice-presidente do Brasil, José de Alencar: “Lula tem feito muito, mas ainda
falta muito por fazer”. Que seja ele o próximo presidente, ou outro de
mesmas posições, se o Brasil continuar andando em direção ao avanço, ao
progresso, os brasileiros demonstrarão orgulho de seu governo, assim como o
fazem com Lula presidente.
Marcelo A.
Nunes, por correio eletrônico.
Panteras Negras
Sou um estudante
de jornalismo e leitor da Hora do Povo, gosto muito da parte de “Variedades”
do jornal e principalmente da maneira como vocês tratam a invasão dos
Estados Unidos ao Iraque.
Queria sugerir
alguma matéria que falasse sobre o grupo político Panteras Negras, que, sem
dúvida, merece que os jovens conhecem sua história. Seria interessante
também se o HP procurasse algum caso de injustiça cometido contra negros no
Brasil, por causa do racismo. Com certeza não vai ser nada complicado para o
jornal encontrar um caso desses. Parabéns pelo trabalho, espero uma resposta
para saber o que vocês acharam das minhas sugestões. Abraço.
Wesley, por
correio eletrônico.
Nota da Redação:
Obrigado por sua carta e por suas sugestões, que, com certeza, estarão em
nossa pauta.
Tibet
Quero agradecer ao
senhor Imad por seu comentário. Acho que ele entende muito mais do que eu
sobre a política do Oriente Médio, porque ele, em carta ao HP, mencionou um
fato muito importante sobre a história e a política do Líbano. Quando a
França colonizou o Líbano, implantou na cabeça dos nossos irmãos cristãos a
idéia de que eles não são árabes, mas na realidade eles são árabes também.
Mas a tática dos invasores é sempre a mesma, se analisarmos a História em
todas as épocas. Hoje acontece o mesmo, o invasor entra na mente e
pensamento do povo antes de embarcar na sua terra. No Tibet, por exemplo,
não dá para entender quando vemos pessoas que pregam o paz, saírem às ruas
manifestando-se agressivamente. Quem está por trás disso?
Hussein Hussein
Santos, por correio eletrônico.
Ases
socialistas
Embora os filmes
americanos de guerra, de Hollywood, mostrem sempre os pilotos de caça
americanos como heróis supremos na Guerra da Coréia e do Vietnã, a realidade
é totalmente diferente. Enquanto na Guerra da Coréia (1950-1953), o maior ás
americano foi o capitão Joseph Mc Conell, com 16 vitórias, os dois maiores
ases dessa guerra foram pilotos soviéticos. Nikolaj Sutyagin conseguiu 21
vitórias na Coréia. Polkovnik Pepelyev, comandante do Regimento Aéreo - 196,
equipado com caças MiG-15, na Coréia, derrubou 19 aviões americanos, 14
deles sendo Sabres.
Na Guerra do
Vietnã (1964-1973), apenas dois pilotos da Marinha Americana se saíram como
ases, Randall Cunningham, com cinco vitórias aéreas, e Steve Ritchie com
cinco vitórias. O Vietnã do Norte revelou os dois maiores ases da guerra: o
imortal Nguyen Dinh Ton, que obteve 14 vitórias contra aviões americanos,
pilotando um caça MiG-17, e Nguyen Van Coc, que abateu nove aviões
americanos pilotando um caça MiG-21. Viva os heróicos ases socialistas.
Manoel Carlos
Prieto Batan, Santos-SP
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