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Comitês
Olímpicos repelem campanha de separatistas contra os Jogos na China
A 16ª Assembléia Geral da Associação dos Comitês
Olímpicos Nacionais aprovou, na segunda-feira, 7, o “apoio unificado” à
China para as realizações dos Jogos Olímpicos de Pequim. A realização dos
Jogos tem sido alvo de agressões de separatistas ligados ao Dalai Lama - em
sua maioria através de Ongs inglesas e norte-americanas financiadas pelo
Departamento de Estado dos EUA, como a Repórteres Sem Fronteira. A RFS,
assim como a ‘International Campaign for Tibet; ‘Tibet Information Network’,
entre outras dezenas de entidades “pró-Tibet”, são financiadas pela agência
norte-americana, um biombo da CIA, a National Endowment for Democracy (NED),
como tem denunciado o escritor norte-americano Gary Wilson.
Durante os primeiros debates, representantes de
todos os 205 comitês olímpicos, que representam os esportistas dos cinco
continentes, pediram apoio à China Popular durante a organização dos Jogos.
“Nós, definitivamente, dizemos não a qualquer
boicote, e sim aos Jogos Olímpicos”, declarou o presidente da Assembléia, o
mexicano Mario Vasquez Rana.
O presidente da Assembléia acrescentou que foi
decidido “o firme apoio” à organização de Pequim-2008, e que “não serão
poupados esforços para o seu sucesso, para o beneficio dos atletas, da
amizade, da solidariedade e da paz entre os jovens e os povos do mundo”.
Ao mesmo tempo, o presidente do Comitê Olímpico
Internacional, o belga Jacques Rogge, convocou o movimento olímpico a
permanecer unido para superar qualquer eventual dificuldade.
O presidente do Comitê Olímpico Cubano, Jose
Raman Fernandez, condenou a “campanha, que tem a clara intenção de
prejudicar a confiança internacional na capacidade da China de cumprir seus
compromissos e organizar os Jogos”.
Fernandez acrescentou que alguns órgãos de
imprensa se uniram à campanha contra o país hóspede, “com objetivos que nada
tem a ver com os esportes olímpicos”. |