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Equador informa que Camargo-Corrêa se
interessa em assumir obras inacabadas pela Odebrecht
O presidente Rafael Correa disse que a empresa brasileira
Camargo-Corrêa está interessada em assumir as obras que foram abandonadas
pelo consórcio Odebrecht, que saiu do país por problemas na construção da
central hidrelétrica de San Francisco.
O chefe de Estado explicou que, na sexta-feira passada,
manteve reunião com representantes da empresa que manifestou o desejo de
investir no Equador e de “assumir o deixado pela Odebrecht”.
A diretora de Exportações e Investimentos da Chancelaria
equa-toriana, Karina Ama-luisa, afirmou que após a ação internacional
interposta por Quito contra construtora brasileira Odebrecht, “o comércio
(com o Brasil) flui, não tem nenhum inconveniente”.
Ela ressaltou que o Brasil é um dos principais investidores
em seu país e destacou que “os investimentos aumentaram nos dois últimos
anos” em setores como “infra-estrutura e construção” e insistiu em que “o
problema que existe é com a Odebrecht”.
O Equador
entrou com ação na Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de Comércio
Internacional (ICC) para não pagar uma dívida ao Banco Nacional de
Desenvolvimento brasileiro (BNDES), por um crédito de US$ 242 milhões
concedido para financiar a represa hidroelétrica de San Francisco,
depositado na conta da Odebrecht, acusada de atos ilícitos no país. A obra
foi inaugurada em 2007 e deixou de funcionar poucos meses depois devido a
erros estruturais.
O
presidente Rafael Correa disse que a empresa brasileira Camargo-Corrêa está
interessada em assumir as obras que foram abandonadas pelo consórcio
Odebrecht, que saiu do país por problemas na construção da central
hidrelétrica de San Francisco.
O chefe
de Estado explicou que, na sexta-feira passada, manteve reunião com
representantes da empresa que manifestou o desejo de investir no Equador e
de “assumir o deixado pela Odebrecht”.
A diretora
de Exportações e Investimentos da Chancelaria equa-toriana, Karina Ama-luisa,
afirmou que após a ação internacional interposta por Quito contra
construtora brasileira Odebrecht, “o comércio (com o Brasil) flui, não tem
nenhum inconveniente”.
Ela
ressaltou que o Brasil é um dos principais investidores em seu país e
destacou que “os investimentos aumentaram nos dois últimos anos” em setores
como “infra-estrutura e construção” e insistiu em que “o problema que existe
é com a Odebrecht”.
O Equador entrou com ação na Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de
Comércio Internacional (ICC) para não pagar uma dívida ao Banco Nacional de
Desenvolvimento brasileiro (BNDES), por um crédito de US$ 242 milhões
concedido para financiar a represa hidroelétrica de San Francisco,
depositado na conta da Odebrecht, acusada de atos ilícitos no país. A obra
foi inaugurada em 2007 e deixou de funcionar poucos meses depois devido a
erros estruturais. |