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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Partido Pátria Livre
Saudações. Gostaria de receber maiores informações sobre a fundação
do PPL, pois gostaria de participar de suas ações. Grande abraço.
Milton Ricardo Tankus – por correio eletrônico
Nota da Redação: Milton, segundo nos informa a Comissão Organizadora do
partido, haverá, no dia 24 de janeiro, em São Paulo, reunião para
preparar o ato de fundação, que será em fevereiro. Encaminhamos o seu
e-mail para que a Comissão entre diretamente em contato com você.
Sapatada
Eu li a noticia sobre um jornalista iraquiano que jogou seu sapato
na direção de Bush. Fiquei com muita pena desse sapato, que entrou na
historia por ser jogado na direção de um dos maiores assassinos no nosso
século. O que o jornalista fez foi o mínimo que um homem revoltado faz.
Seu povo foi assassinado e torturado. Quem deveria ficar ofendido não é
Bush, mas o coitado do sapato.
Hussein Hussein – por correio eletrônico
Juros
Desde Setembro/2008 que o Banco Central mantém a Taxa SELIC e o
Presidente Lula tem determinado a adoção de medidas para reduzir o
impacto negativo da crise americana. Contrariamente, o Banco do Brasil e
a Caixa Econômica, nesse período, têm aumentado os juros, quando
deveriam reduzir e, quem sabe, até forçar os bancos privados a reduzirem
também. Como bancos oficiais e moderadores do mercado, a sociedade não
pode exigir que os resultados do BB e da CEF sejam comparados com o
Bradesco, Real ou Itaú.
Edivan Batista Carvalho – por correio eletrônico
Raposa/Serra do Sol
A meu ver o resultado do julgamento pelo STF na questão da
delimitação da Reserva Raposa\Serra do Sol demonstra um desrespeito
afrontoso a uma política do Estado brasileiro desenvolvida desde
Marechal Rondon. As conseqüências a curto e médio prazo se farão sentir:
brasileiros contra brasileiros em luta fratricida, e tudo isso coroado
pela fragilidade de nossas fronteiras para gáudio dos países cobiçosos
de nossas riquezas naturais.
Mara Montezuma Assaf – São Paulo (SP)
Luzes
As luzes da cidade parecem brilhar mais em tempos de Natal. E não
são apenas as lâmpadas incandescentes ou fluorescentes: as pessoas
também! Algumas brilham tanto, que iluminam outras, distribuindo
alimentos e presentes para os que, de outra forma, não os teriam. E não
o fazem em troca de gratidão ou submissão, mas por pura bondade, que
continua por todo ano. Esses são como luzes! Muitas Luzes! Que não são
medidas em watts, lumens ou luxes; que não incandescem filamentos, mas
mitigam lamentos; que não incendeiam gases nobres, mas revelam os nobres
sentimentos, que todos temos, mas que às vezes ficam ocultos pelo
corre-corre insano do dia a dia. Como é bom, de vez em quando, parar e
olhar calmamente para essas luzes! Até a gente, sem querer, de repente,
pode começar a brilhar. E o mundo precisa dessas luzes todos os dias.
Adilson Luiz Gonçalves – por correio eletrônico
Luto
Papai Noel com roupas de cor negra em luto pelas crianças vítimas de
violência. Ele caminha quase diariamente pelo calçadão da rua XV em
protesto contra estes crimes que ocorrem ultimamente contra crianças em
todo o Brasil. De semblante triste, ele carrega uma placa com dizeres
sobre o motivo desta ação.
Célio Borba – Curitiba (PR)
Exemplo
Alguém já disse que a História se repete. Na verdade, são os homens
que repetem seus erros. Para que o novo governo americano recupere um
pouco do antigo prestígio no mundo e, principalmente no Oriente Médio,
terá que mudar tudo aquilo que o governo passado fez nos últimos oito
anos. Agora, se essa política dúbia perdurar, obviamente o radicalismo
só tende a aumentar, envolvendo mais pessoas. Não adianta mandar matar
fulano ou sicrano. Os Estados Unidos só tem uma saída: sair, e logo, do
Oriente Médio e tentar, na medida do possível, um acordo razoável
levando em consideração sempre as motivações dos países do Oriente
Médio. Isso, com certeza, reduzirá drasticamente o radicalismo, por
perder suas razões de existir. O tempo de Bush serviu de exemplo.
Manoel Carlos P. Batan- Santos (SP). |