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Após vitória em
Wisconsin Barack Obama é apoiado pelo sindicato dos caminhoneiros
O
sindicato dos caminhoneiros dos Estados Unidos, com 1,4 milhão de filiados,
anunciou na quarta-feira, 20, apoio ao democrata Barack Obama na disputa
contra Hillary Clinton pela indicação do Partido Democrata à Presidência.
“Há
um apoio muito forte a ele entre nossos membros”, declarou em entrevista à
imprensa o presidente da entidade, James P. Hoffa.
Na
sexta-feira, 15, outro grande sindicato, a União Internacional dos
Empregados de Serviço, com 1,9 milhão de filiados, também manifestou seu
apoio à Obama.
“Tornou-se claro que os membros do nosso sindicato e os líderes do nosso
sindicato acham que é hora de participar de um esforço para fazer de Barack
Obama o próximo presidente dos EUA”, afirmou o presidente da entidade, Andy
Stern.
“Achamos que ele tem a experiência e a visão que precisamos em nosso próximo
presidente”, acrescentou Stern, salientando porém o “enorme respeito” do
sindicato a Hillary.
JESSE JACKSON
O
líder dos direitos civis e histórico líder democrata, Jesse Jackson,
reiterou seu apoio a Obama na terça-feira, 19: “Eu disse a eles. Barack tem
o meu voto, mas ambos têm o meu apoio para tornar os EUA melhor”.
Após as primárias em Wisconsin e Havaí, na terça-feira, Obama ampliou sua
vantagem em relação à senadora Hillary Clinton.
Segundo estimativas da rede de televisão MSNBC, Obama possui 1156 delegados
contra 1014 delegados de Hillary. Para obter a indicação são necessários
2025 delegados.
As
próximas primárias serão realizadas no dia 4 de março em dois dos maiores
Estados norte-americanos, Texas e Ohio.
“A
mudança que buscamos ainda está a meses e milhas de distância, e precisamos
do povo do Texas para nos ajudar a chegar lá”, disse Obama em um comício a
18 mil simpatizantes em Houston, já depois de ser declarado vencedor em
Wisconsin.
O
senador também criticou o apoio do pré-candidato republicano, John McCain, à
política econômicas do governo Bush e à guerra do Iraque. “Ele representa as
políticas de ontem, e queremos ser o partido do amanhã”, afirmou.
“Eu
me opus a essa guerra em 2002. Eu vou pôr fim a essa guerra em 2009. É hora
de trazermos nossas tropas para casa”, declarou o líder da corrida democrata
à Casa Branca.
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