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Para Al Duri, voz da verdade é como um trovão
que faz o inimigo perder o senso
Em sua mensagem, o comandante Al Duri também convocou o
Baas e a Resistência a ampliarem, com urgência, o trabalho de denúncia dos
crimes da ocupação. Ele assinalou que “o perigo mais grave que estamos
enfrentando hoje na batalha, e que poderia retardar, ou ameaçar, nossa
abençoada vitória, são as mentiras, falsificações, engodos e artifícios
praticados pela mídia do inimigo e de seus aliados e fantoches”.
“Lembre sempre que sua voz, a voz da verdade, quando ouvida
pelo inimigo é como um trovão que o faz perder o senso e que transtorna seus
pensamentos maléficos”, assinalou Al Duri, acrescentando que cada denúncia
“irá estimular cada camarada” e fortalecer sua determinação e coragem. Além
das atrocidades e devastação já descritas na matéria acima, o líder do Baas
salientou a destruição das usinas elétricas, dos sistemas de purificação da
água e do saneamento básico. Apontou, também, o desmonte da assistência
médica e do sistema educacional, que já foi o mais avançado do mundo árabe,
e a volta do analfabetismo.
Al Duri afirmou, ainda, que é preciso expor que o Iraque
foi invadido, porque sua revolução “tinha se tornado um exemplo a ser
seguido pelos povos da Nação [Árabe] e pelos povos deserdados e escravizados
do mundo”. “Desde o dia 1 em que eles entraram no Iraque, começaram a
destruir cada vestígio do alto e orgulhoso prédio da marcha histórica do
Baas no Iraque. A ‘lei de erradicação do Baas” significa, com todos os seus
parágrafos e objetivos, extirpar o povo do Iraque, arrancar o Arabismo do
Iraque, extirpar a religiao do Iraque, sua história, território e
civilização”, ressaltou.
O objetivo da ocupação – esclareceu
- foi “fazer do Iraque um exemplo do que acontece aos que ousam ter
ambições de civilização, libertação, independência e unidade” e pilhar o
petróleo iraquiano. |