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Venezuela teve o maior crescimento do PIB da AL no ano de 2007: 8,4%
O Produto
Interno Bruto da Venezuela (PIB) apresentou um crescimento de 8,4%, sendo o
maior da América Latina no ano de 2007, afirmou o presidente venezuelano,
Hugo Chávez, durante a leitura do informe à Assembléia Nacional sobre sua
gestão em 2007.
Chávez
destacou o crescimento econômico iniciado há quatro anos por seu governo,
durante o período, o país obteve um crescimento médio de 11,8%.
O ministro
venezuelano das Finanças, Rodrigo Cabezas, destacou que o crescimento
econômico pelo quarto ano consecutivo não era visto a 17 anos no país,
indicando que desde 2003 todos os setores têm crescido substancialmente,
como o do comércio que obteve maior expansão econômica. Também apresentaram
crescimento os setores de manufatura, construção e agrícola.
O líder
venezuelano reconheceu que a inflação ainda golpeia o país, devido à
plu-ralidade de suas causas, como o custo crescente, a rentabilidade abusiva,
aumento da capacidade de consumo e a fragmentação de mercados.
Este último
favorece a especulação e chamou aos legisladores a tomar medidas mais
severas contra quem incida neste tipo de delitos em todos os níveis da
sociedade.
“Agora com a
reconversão (monetária) lançamos uma grande operação contra os especuladores”,
afirmou, ressaltando que as sanções deveriam ser mais duras contra os
reincidentes.
Entretanto,
destacou que a inflação de 22,5% no ano de 2007, está muito aquém dos níveis
anteriores ao início de sua administração, em um país que teve durante os
dois governos anteriores, mais que o dobro destes níveis de inflação.
“Nos dois
governos anteriores o nosso esta cifra foi superada em mais do dobro: de
1989 a 1993 foi de 45,3% e de 1994 a 1998 foi de 59,4%”.
Chávez
assegurou que diferentemente de outros tempos, a realidade econômica segue o
aumento do mínimo: “O salário mínimo de nosso país é um dos mais altos da
América Latina, com 286 dólares mensais. Em 1997, o salário era de 157
dólares, porque dobramos a receita dos nossos trabalhadores na última década”,
disse.
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