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CARTAS
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Descaso da Urbs
Nossa Curitiba,
tida como modelo de transporte coletivo para o resto do país, deixa centenas
de milhares de moradores das Moradias Santana, no bairro da região sul do
Campo Santana, sem linha de ônibus. A comunidade é obrigada a andar a pé em
chão de saibro cerca de 1km desde a rua Zilá Oliveira, passando pela rua
Melânia Visinoni, para chegar à rua Bruno Almeida e poder pegar um coletivo
que vai até o terminal de ônibus do Pinheirinho, e só então pegar outro
ônibus (que muitas vezes se encontram superlotados, porque a qualidade no
sistema caiu bastante) em direção ao centro da capital. Tantas propagandas
que a prefeitura faz na mídia, gastando o suado dinheiro do contribuinte e,
na prática, na vida do curitibano da periferia, o que vemos é esse descaso
da Urbs, empresa que gerencia o transporte coletivo de Curitiba.
Vagner Rodrigo
Cruz, por correio eletrônico.
Bafômetro
O Decreto nº 6.489
regulamentou a Lei nº 11.705, ambos em 19.06.2008, restringindo a
comercialização de bebidas alcoólicas.
A medida é por
demais acertada, é lei que deve “pegar”, veio “prá ficar”, mudar o cenário
de abusos e irresponsabilidades, reduzir acidentes, salvar vidas!
A surpresa de
apenas 369 autuações em 10 dias, em todo o país, pode nos remeter a duas
hipóteses: as pessoas já começaram a evitar o consumo de bebidas antes de
dirigir, ou a Polícia Rodoviária Federal não teve condições de fiscalizar
todas as estradas?
Sindicatos e
cooperativas de táxi esperam aumento na demanda por seus serviços, as
caronas serão mais utilizadas e as chaves entregues a outros da
turma/família.
Bares, boates e
restaurantes podem aumentar o faturamento, oferecendo serviço adicional de
“entrega” em domicílio de quem consumir bebida alcoólica nesses
estabelecimentos.
Outra medida para
reduzir acidentes seria os carros saírem de fábrica com menor limite de
velocidade, talvez 120, no máximo.
Edivan, por
correio eletrônico.
Ongs
estrangeiras
As Ongs
estrangeiras sentem-se muitas vezes acima da lei, não sei se acham que são
entidades ou seres indefinidos. Todos sabem que muitas delas escondem-se
atrás da sigla para servirem como testas-de-ferro de interesses nem sempre
tão legítimos assim.
Fica bem claro aos
olhos de todos quando a questão é a Amazônia. As Ongs tentam atuar dentro da
região como se não precisassem respeitar as leis brasileiras, manipulam os
índios a seu bel-prazer, os incitam contra os que realmente procuram
defendê-los, entre outras práticas que de beneficiárias não tem nem a
intenção.
Acho que o governo
deve ser firme com elas, fiscalizar suas atuaçõe e se for o caso,
expulsá-las do país.
A Amazônia é
nossa. Os índios são acima de qualquer coisa, brasileiros.
Ong nenhuma irá
atrapalhar a defesa da nossa soberania.
Solileiza dos
Santos, por correio eletrônico.
Alunos e
professores
Parabéns aos
estudantes de São Paulo, que em muitas escolas estão se juntando
voluntariamente a greve do professorado.
Esse tipo de ação
demonstra que o propósito da greve é muito maior do que o simples aumento de
salário. A mobilização está sendo efetiva pois lutamos pela salvação da
educação pública, pela verdadeira melhoria do nosso ensino.
Eu, como
professora, agradeço aos estudantes e os convoco para, cada vez mais, se
mobilizarem em torno das lutas que unem a classe estudantil e o
professorado.
Mônica
Albuquerque, por correio eletrônico.
Botafogo e
Geninho
Já estão dizendo
que, se o Botafogo jogar mal contra o Grêmio e sofrer uma derrota, Geninho
deverá ser dispensado. Maldade pura com o treinador que não tem culpa pelos
fracassos de um time, aparentemente sem vontade de vencer. Parece que, em
campo, todos estão com dor de barriga pois a inércia é total.
Nosso time está a
um passo da zona de rebaixamento e, se for parar lá, dificilmente sairá.
Infelizmente, na hora dos vexames, quem paga o pato é sempre o técnico e
nunca jogadores medíocres e desmotivados. No caso de novas atuações de baixo
nível do nosso Alvinegro, despedir Geninho e colocar outro, vai ser o mesmo
que trocar seis por meia dúzia, já que a culpa é de quem joga e não do
treinador.
Fernando Cezar,
por correio eletrônico. |