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187 anos
da Batalha de Carabobo
Chávez
conclama a unidade nacional rumo ao socialismo
“O
Povo venezuelano conta de novo com seu exército”, afirmou o presidente Hugo
Chávez, no dia 24, na cidade de Valencia, durante a solenidade em que se
comemorou o Dia do Exército Nacional Bolivariano. O dia foi instituído em
comemoração à Batalha de Carabobo em que – como declarou Chávez – “Bolívar
encabeçou um povo transformado em exército”.
A
solenidade comemorou 187 anos da batalha histórica. O presidente recordou
que “nove anos depois de Carabobo, morria Bolívar, expulso desta terra,
morria Sucre, assassinado covardemente pela oligarquia”.
“A
independência”, acrescentou, “ficou truncada, o sonho de uma república livre
habitada por homens e mulheres iguais caiu no vazio”.
“Hoje o
povo venezuelano conta de novo com seu exército revolucionário, com seu
Exército Libertador, o mesmo de Bolívar, o mesmo de Carabobo, impulsionando
junto com o povo a revolução de Bolívar, porque a nossa revolução é a de
Bolívar. Vamos aproveitar esta comemoração para selar para sempre a grande
batalha pela unidade nacional, pelo socialismo e a independência”, conclamou
Chávez.
Chávez
contou que quando era cadete ouvira falar do socialismo, “mas falava-se mal.
Diziam-nos que essa era a ameaça, que era o caminho da destruição dos povos,
assim vinham aqui dizer os instrutores dos Estados Unidos. Nos metiam medo,
nos doutrinavam contra o socialismo. Agora, as coisas estão ocupando seu
verdadeiro lugar, o capitalismo é a verdadeira ameaça aos povos. Através do
capitalismo os povos são destroçados, o imperialismo ataca as nações, sua
independência, sua soberania”.
Chávez
condenou os traidores da revolução popular na Venezuela, mas chamou os
patriotas a seguir em frente sem titubeios: “Como disse Cristo, deixem que
os mortos enterrem os mortos. Nós vamos em direção à vida, vamos em direção
à pátria, cada qual que escolha o seu caminho. Os que querem tomar a traição
e morte política e moral que o façam, são apenas exemplos do trabalho
persistente do inimigo”.
“O que
nós não podemos perder é Carabobo, é este povo e tudo o que há de importante
para a Revolução”, finalizou. |