O 13 de Maio foi a vitória da luta de Zumbi dos Palmares

O texto que republicamos nesta página foi escrito há oito anos. Na época, predominavam concepções sobre a nossa História, em especial sobre a Abolição, que nos pareciam não somente equivocadas, como de conseqüências políticas trágicas para o povo brasileiro e, em especial, para o seu segmento mais legítimo e oprimido: os negros. A indigente idéia de que a Lei Áurea havia sido uma dádiva dos senhores brancos – e não o resultado de uma longa luta que forjou a nossa nacionalidade – somente poderia ter como decorrência o afastamento dos negros de assumir plenamente a sua obra: o Brasil.

Passado esse tempo – quase uma década – nada temos a retificar do que foi dito naquela época. Portanto, para esta edição, foram feitas apenas (poucas) correções de estilo. Nenhuma quanto ao conteúdo. Não pretendíamos republicá-lo. Estávamos planejando um outro texto sobre a questão negra, tendo em vista o centenário da morte de Machado de Assis. Nos parece uma peculiaridade digna de ser estudada o fenômeno que fez de um negro – ou, se quiserem, um mulato – o maior escritor de nossa literatura, em meio a uma sociedade escravista. É verdade que não se trata de um caso único: Pushkin, o fundador da literatura russa, também era mulato, bisneto do africano Aníbal (Hannibal, ou, na pronúncia russa, Gannibal), escravo presenteado pelo sultão da Turquia ao czar Pedro, o Grande. Aníbal, por sinal, foi um dos mais ilustres homens de sua época, major-general do exército russo, amigo, quando viveu em Paris, de Diderot, Montesquieu e Voltaire, que o chamou “a estrela negra do Iluminismo”. Pushkin, portanto, encontrou seu caminho desbravado.

Outra foi a situação de Machado. E a Rússia, diferente do Brasil do século XIX, não era uma sociedade escravagista, e sim uma sociedade feudal.

Portanto, mais ainda brilha a luz de Machado em sua época e nas épocas posteriores.

O fato é que pedidos tão insistentes quanto amistosos – e honrosos – nos fazem hoje republicar este texto. Que o leitor julgue por si mesmo a sua atualidade.

C.L.

CARLOS LOPES*

O 13 de maio foi sempre uma das datas mais estimadas pelo povo brasileiro, somente comparável em popularidade à da própria Independência. Certamente, nós, brasileiros, temos toda razão em ter em tão alta conta a Abolição. O Brasil é, antes de tudo, um país e uma Nação construída pelos negros. Esta foi a base de toda a luta abolicionista, tal como observou, cinco anos antes do 13 de maio de 1888, Joaquim Nabuco: “a raça negra nos deu um povo. O que existe até hoje sobre o vasto território que se chama Brasil foi levantado ou cultivado por aquela raça; ela construiu o nosso país. Tudo o que significa luta do homem com a natureza, conquista do solo para a habitação e cultura, estradas e edifícios, canaviais e cafezais, a casa do senhor e a senzala dos escravos, igrejas e escolas, alfândegas e correios, telégrafos e caminhos de ferro, academias e hospitais, tudo, absolutamente tudo que existe no país, como resultado do trabalho manual, como emprego de capital, como acumulação de riqueza, não passa de uma doação gratuita da raça que trabalha à que faz trabalhar... a raça negra fundou, para outros, uma pátria que ela pode, como muito mais direito, chamar sua” (Nabuco, “O Abolicionismo”).

O 13 de maio foi a vitória da luta da qual Zumbi dos Palmares (assim como Tiradentes em relação à Independência) foi o protomártir. Nenhuma parte, nenhum setor da sociedade ficou fora dela – a cultura brasileira teve em Castro Alves o seu expoente máximo; os militares afirmaram a consciência nacional ao recusar-se a perseguir os escravos, declarando: “não somos capitães do mato”; a Abolição superou todas as divisões partidárias e, até mesmo, étnicas, de Luiz Gama e José do Patrocínio, negros e republicanos, a André Rebouças, negro e monarquista, a Silva Jardim, branco e republicano, até Joaquim Nabuco, branco, monarquista e filho de um senhor de engenho.

Em suma, a revolução abolicionista-republicana foi o movimento que constituiu, definitivamente, o povo brasileiro. Nenhum outro foi tão importante para definir a fisionomia da nacionalidade. Neste sentido, a Revolução de 30 é um desenvolvimento de 1888 e 1889, de certa forma a retomada da revolução abolicionista após a derrubada da república oligárquica, aspecto presente até mesmo na formação de seu líder, Getúlio, filho direto do abolicionismo republicano.

Mas é certo que Abolição e República não foram bandeiras que caminharam sempre juntas, apesar de, já no século XVIII, Tiradentes as ter vinculado. Somente em 1887 o Partido Republicano iria assumir oficialmente a Abolição, com a adesão da última seção que ainda resistia, o Partido Republicano Paulista, que futuramente iria dominar a República Velha. Mas os principais propagandistas republicanos – como Silva Jardim – cresceram junto ao povo por serem os mais firmes agitadores da Abolição. Foi o abolicionismo que forjou a unidade nacional. Abolição e República tornaram-se, cada vez mais, convergentes. O primeiro a novamente vinculá-las foi um negro, Luiz Gama, na Convenção republicana de Itu.

Luiz Gama sabia, por experiência própria, do que falava quando denunciou: “Em nós, até a cor é um defeito. Um imperdoável mal de nascença, o estigma de um crime. Mas nossos críticos se esquecem que essa cor é a origem da riqueza de milhares de ladrões que nos insultam; que essa cor convencional da escravidão tão semelhante à da terra, abriga sob sua superfície escura, vulcões, onde arde o fogo sagrado da liberdade”.

Nascido livre há exatos 170 anos, Luiz Gama foi separado aos sete anos da mãe, Luiza Mahin, líder da revolta dos malês, deportada para a África. Aos 10 anos foi vendido como escravo pelo próprio pai, um fidalgo português arruinado por dívidas de jogo. Revendido a um contrabandista, percorreu a pé, num grupo de cem outros negros, o caminho da Serra do Mar entre Santos e Campinas, para ser entregue ao novo “senhor”. Segundo seu próprio relato, enfrentou em São Paulo outro preconceito, por ser baiano – os escravos nascidos na Bahia eram então considerados  os mais rebeldes, a ponto da palavra “baiano” ter-se tornado pejorativa para os escravocratas.

Aos 18 anos, Luiz Gama fugiu de seu último “senhor” e entrou no Exército. Advogado, foi defendendo um escravo diante do Tribunal do Júri que pronunciou a sentença de morte da escravidão: “aquele negro que mata alguém que deseja mantê-lo escravo, seja em qualquer circunstância for, mata em legítima defesa”. Não dizia isso por ódio, mas porque era verdade. Amigo – e colega na redação de um jornal – de Rui Barbosa, de Joaquim Nabuco e outras grandes personalidades da época, Luiz Gama foi a figura mais avançada da luta abolicionista.

No entanto, desde Tiradentes a Abolição já era a questão fundamental da luta pelo desenvolvimento, industrialização e emancipação do Brasil. A Independência, que se consolidou tendo como classe dominante os senhores de escravos e o Estado que os representava – a monarquia – a tinha colocado em questão na palavra de seu próprio Patriarca, José Bonifácio, dirigindo-se à Assembléia Constituinte, em 1823, na apresentação de seu maior projeto.

Para José Bonifácio, a escravidão era uma herança insuportável da colonização, a comprometer a unidade e a própria existência da nova Nação: “Se o antigo despotismo foi insensível a tudo, assim lhe convinha ser por utilidade própria: queria que fôssemos um povo mesclado e heterogêneo, sem nacionalidade, e sem irmandade, para melhor nos escravizar” (J. Bonifácio, “A Escravidão e a Formação Nacional” - discurso à Constituinte).

Assim, a Abolição era absolutamente imprescindível para que o novo país, então com apenas um ano de idade, se consolidasse e o povo brasileiro completasse a sua formação: “... é tempo que vamos acabando até os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar uma nação homogênea, sem o que nunca seremos verdadeiramente livres, respeitáveis e felizes... cuidemos, pois, desde já em combinar sabiamente tantos elementos discordes e contrários, e sem amalgamar tantos metais diversos, para que saia um todo homogêneo e compacto” (idem).

Respondendo ao cretino “argumento” dos escravagistas, segundo o qual a Abolição seria um atentado ao seu “direito de propriedade”, José Bonifácio fez, então, a maior denúncia de escravidão em sua época, colocando a propriedade no devido lugar, subordinada aos interesses sociais e nacionais: “Não vos iludais, senhores, a propriedade foi sancionada para o bem de todos, e qual é o bem que tira o escravo de perder todos os seus direitos naturais, e se tornar de pessoa a coisa, na frase dos jurisconsultos? Não é pois, o direito de propriedade, que querem defender, é o direito da força, pois que o homem, não podendo ser coisa, não pode ser objeto de propriedade. Se a lei deve defender a propriedade, muito mais deve defender a liberdade pessoal dos homens, que não pode ser propriedade de ninguém sem atacar os direitos da providência, que fez os homens livres, e não escravos... Este comércio de carne humana é pois um cancro que rói as entranhas do Brasil” (idem).

Antes de tudo, a Abolição correspondia aos interesses nacionais – a rigor, ela era o interesse nacional, não só o interesse da justiça, mas o interesse do país pelo progresso econômico e pelo avanço da industrialização, impossível com a escravidão que “só serve”, ressalta José Bonifácio, “para obstar a nossa indústria... basta lembrar que os senhores que possuem escravos vivem, em grandíssima parte, na inércia... as máquinas que poupam braços, pela abundância extrema de escravos nas povoações grandes, são desprezadas”.

O abolicionismo era, portanto, a luta contra o atraso, a estagnação e a ignorância. O combate foi extremamente árduo. Não teve, nem de perto, um único traço de concessão, até porque é uma idéia ridícula a de conceber uma classe inteira de senhores de escravos dando a estes, como concessão, a liberdade.

As leis antiescravagistas foram sistematicamente desrespeitadas – como denunciaram os abolicionistas, a maior parte delas era pura encenação: proibiu-se o tráfico de escravos, mas não a propriedade de escravos contrabandeados; a lei dos sexagenários concedia liberdade aos escravos que completassem 62 anos, isto é, aos mortos; a lei do ventre livre concedia liberdade à criança, mas não à mãe nem ao pai: onde iria viver essa criança “livre” senão na senzala, como escrava?

Os negros, os continuadores de Zumbi, estiveram todo o tempo, a exemplo de Luiz Gama, à frente desse movimento. Mais do que isso, manifestaram-se em massa. A própria declaração dos militares recusando-se a persegui-los foi uma resposta à tentativa do governo de usar o Exército para reprimir os quilombos formados pelos negros que saiam das fazendas. A tal ponto foram isolados os escravagistas que o próprio Estado que os representara desde a Independência foi obrigado a decretar a Abolição – e, com isso, como disse o inconformado Barão de Cotegipe, escravagista renitente, decretou também seu próprio fim.

É verdade que os vencedores do 13 de maio foram marginalizados durante a República Velha – exatamente porque a oligarquia, com seu servilismo aos banqueiros e especuladores ingleses, bloqueou o desenvolvimento e a industrialização do país, continuação natural da Abolição. Foi necessária a Revolução de 30 para que os negros e todo o povo brasileiro conquistassem outra vez o lugar que lhes cabe. Quando Getúlio decretou, entre outras inúmeras medidas, a lei estipulando que pelo menos dois terços dos trabalhadores das empresas teriam que ser brasileiros, começou a ser quebrada essa marginalização. Durante o período de Getúlio, o 13 de maio tornou-se festa nacional; o samba tornou-se a mais universal expressão cultural brasileira; as escolas de samba e seus enredos nacionais tornaram-se o ponto culminante do carnaval; e foram proscritas uma série de perseguições e discriminações contra os negros – entre elas, a que proibia a capoeira: a licença que Getúlio assinou para que o famoso mestre Bimba abrisse a primeira academia de capoeira do país é um símbolo imperecível dos ideais e da luta que o 13 de maio representa na consciência nacional.

Hoje, esse é o caminho que retomaremos – e já retomamos – para construir um Brasil livre e justo.

*Carlos Lopes é diretor de redação da Hora do Povo, médico psiquiatra e escritor 


Primeira Página

 

Página 2

PAC: investimento público é o maior dos últimos oito anos

Paulinho refuta acusação e denuncia campanha contra conquistas dos trabalhadores brasileiros

Alta do preço dos alimentos é pura especulação externa

Gasto com juro já é maior que total de investimentos previstos no Orçamento

Petrobrás antecipa exploração de Tupi

Amorim: Brasil e Paraguai vão encontrar a solução para Itaipu

Produção industrial do país cresce 6,3%

Conselheira denuncia Anatel por fraude em contrato do governo

Página 3

Dilma demole oposicionistas em depoimento no Senado

Relato da ministra sobre obras do PAC no país impressionou

Para Garibaldi, a oposição não “tinha bala na agulha”

Agripino provocou e foi à lona atingido pela ministra

Lula lança o PAC no Amazonas rejeita palpiteiros sobre os assuntos do Brasil

Câmara rejeita aposentadoria vinculada ao reajuste do mínimo

Após escândalo, Gabeira recua de contar tempo que ficou exilado na aposentadoria

Comissão freia Bittar e adia votação do PL-29

Intervozes: efeito das cotas de Bittar é pequeno ou nulo

Página 4

Centrais e aposentados se unem por política de valorização de benefícios

Conselho Curador do FGTS libera mais R$ 350 milhões à habitação popular

Agricultores familiares bloqueiam rodovia em PE por manutenção de direitos previdenciários

Paulo Amaral, o polêmico

Mengão condena atitude antidesportiva e rompe o contrato com a Nike

Confederação Asiática de Futebol destaca importância das Olimpíadas para a paz e amizade entre os povos

Copa do Brasil: Vasco faz 5 a 1 em noite animal

Internacional vence Sport no Beira-Rio com golaço de Alex

Página 5

 

Romero Jucá defende solução que atenda a índios e arrozeiros

 

Governo decide ampliar força militar na região amazônica

 

Líder indígena de Ong estrangeira CIR diz que quer vender riquezas minerais da Amazônia para o Brasil

 

Índio filmou conflito com câmera digital

 

Travestis voltam atrás e dizem que inventaram tudo sobre Ronaldo

 

Laboratório nacional solicita sua primeira patente de remédio

 

Cartas

 

Página 6

O 13 de Maio foi a vitória da luta de Zumbi dos Palmares

Projeto na Câmara pede concessão de anistia póstuma a João Cândido

Página 7

Barack Obama fica a um passo da indicação após a vitória do dia 6

“Somos o partido de Jefferson e Jackson; de Roosevelt e Kennedy”, lembrou o senador Obama

McGovern anuncia apoio a Obama e conclama Hillary a abrir mão da sua candidatura em prol da unidade

Governo Bush prendeu jornalista por seis anos em Guantánamo, onde foi torturado

EUA: reverendo Al Sharpton é preso durante protesto contra a absolvição dos matadores de um jovem negro

Federação dos Sindicatos da Síria rechaça mentiras da CIA sobre reator nuclear no país

Trabalhistas ingleses condenam referendo separatista na Bolívia

Fernando Lugo: “referendo fere Constituição boliviana”

Irã repele dupla moral do TNP frente às potências nucleares

Iraquiano processa nos EUA empresas de mercenários por torturas em Abu Graib

Banco UBS em crise programa a demissão de 5.500 funcionários

Página 8

O Rio de Irapuan

Leia

Projeto pró-controle externo da TV paga vai à votação dia 7

1º de Maio reforça a unidade entre os trabalhadores e Lula

BC quer usar juro para bloquear investimento estatal e derrubar PAC

Quércia dá guinada a estibordo e fecha com Serra e Kassab

Descoberta do pré-sal pede uma Nova Lei do Petróleo, afirma Lobão

Ou o Brasil acaba com Meirelles ou o BC acaba com o Brasil

Lula: “quem acha bom subir agora os juros é louco”

Para Delfim, ameaça de elevar os juros é terrorismo do Copom

Prócer tucano plantou na ‘Veja’ dossiê sobre gasto sigiloso de FHC

FHC não explica compra de pênis de borracha com verbas sigilosas

BC quer elevar juros para ver se derruba popularidade de Lula

Veto federal a tarifas de escorcha derruba privatização da Cesp

S. Paulo unânime pede a suspensão do leilão da Cesp

Ações na Justiça pedem suspensão do leilão da Cesp

Berzoini quer Quércia como vice de Marta

Senado murcha a bola da oposição e volta a trabalhar

Bush veta lei que proíbe tortura de presos políticos

Privatização da CTEEP provoca apagão em SP

Lula desentoca o tatu: “oposição não aceita que pobre tenha vez”

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Juiz afronta o Direito e autoriza imprensa a difamar impunemente

Fidel: “Preparar Cuba para minha ausência é o meu maior dever”

Lula e trabalhadores unidos para manter Brasil no rumo certo

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Governo protocola a CPI e deixa oposição pendurada na tapioca

Brasil pagou em 2007 24,4 bi além da meta do superávit primário

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Edgarzinho do bingo exuma censura para se vingar de Requião

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Lula e Bachelet levam apoio a Evo e aprovam o corredor bioceânico

Projeto quer ampliar “conteúdo nacional” entregando TVs para os capitais externos

Banco do Sul: marco de novo salto para a libertação continental

Discurso de Renan arrasa impostura e convence plenário

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Mercadante agora quer cassar Renan e aprovar a CPMF com os votos da oposição

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CCJ vota “Sí” ao ingresso da Venezuela no Mercosul

Serra diz que sua privatização não é igual a de FHC

Truculência da Anatel para desnacionalizar a mídia choca o setor

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Desenvolvimento e juro baixo dão vitória à Cristina

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Jefferson admite que acusações de Lyra a Renan são “frágeis”

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Para Jintao, combate à desigualdade social é a “nova prioridade”

Tucanos abrem o jogo e dão largada para privatizar tudo em SP

NYT confirma em manchete: ‘Bush autorizou tortura’, como disse o HP em junho de 2004

CIA diz que vai banir o “water-boarding” para humanizar seu programa de tortura

Chinaglia faz média com a ‘Veja’ à custa da honra dos companheiros

Tucanos querem pôr na conta de Lula a ladroeira de Azeredo

Sai pela culatra golpe da mídia para jogar o Senado contra Chávez

Oposição quer o fim da CPMF para acabar com a saúde pública e programas sociais

Desacatar veredicto das urnas é negar a democracia, diz Lula

 Senado fulmina furor golpista e reafirma a sua independência 

Na falta das provas contra Renan, mídia alicia oposição para atropelar regimento

 Renan expõe as vísceras da “torpeza e da delinqüência” do grupo Abril

LULA CONVOCA O PT A CERRAR FILEIRAS “NADA QUE NOS ACONTEÇA PODE NOS ESMORECER”

SEGUNDO J. BARBOSA, REVERENCIAR AUTORIDADE É INDÍCIO "O BASTANTE" PARA CRIME DE MANDO

STF COZINHA MÍDIA E ACEITA JULGAR PETISTAS (MAS VAI ABSOLVÊ-LOS)

LAUDO CONCLUI QUE "GADO FOI VENDIDO A PREÇOS DE MERCADO E PATRIMÔNIO É COMPATÍVEL COM A RENDA"

LULA ESCLARECE A CRISE DOS EUA: "QUEM ACHA QUE A ECONOMIA É UM CASSINO PODE PERDER"

AUTONOMIA FAZ DAS AGÊNCIAS ARMA DE CARTEL PARA USURPAR PODER DE GOVERNOS

CIVITA RECEBE 1 BILHÃO PARA SE TORNAR LARANJA DA TELEFÓNICA NA TVA

MINORIA QUER TOMAR O SENADO NO GRITO

PARA A MÍDIA GOLPISTA, LULA CONTINUA EM ALTA PORQUE POVO BRASILEIRO É "POBRE E IGNORANTE"

"QUEM ACHA QUE VAI ME VENCER NA RUA PODE TIRAR SEU CAVALO DA CHUVA"

SERRA NÃO EXPLICA O METRÔ DESABADO E PONTIFICA SOBRE DESASTRE DO  AIRBUS

LULA TENTA APAZIGUAR GOLPISTAS NOMEANDO JOBIM PARA DEFESA

MÍDIA GOLPISTA ESCONDE LAUDO DO IPT SOBRE O ATRITO DA PISTA

"GLOBO" MANIPULA A TRAGÉDIA EM SP PARA INSUFLAR "CRISE AÉREA" E JOGAR CULPA EM LULA

MAIA PAGA O APOIO DE LULA AO PAN FORJANDO VAIA PARA CONSEGUIR DOIS MINUTOS DE FAMA

INVESTIMENTO PÚBLICO CRESCE 33% EM 2007

"NÃO VI NENHUM DELITO QUE POSSA SER IMPUTADO A SILAS RONDEAU", DIZ TARSO GENRO

COM CHÁVEZ, O BRASIL CRESCEU EXPORTAÇÕES À VENEZUELA EM 562%

SUPREMA CORTE TRAZ SEGREGAÇÃO DE VOLTA ÀS ESCOLAS DOS EUA

LULA ORIENTA PT A NÃO TREPIDAR COM ARENGA GOLPISTA CONTRA RENAN

REELEGER LULA DE NOVO É VONTADE DA MAIORIA, DIZ PESQUISA DO PSDB

SEM NADA CONTRA RENAN, GOLPISTAS APELAM PARA QUE ELE SE ENFORQUE

MÍDIA GOLPISTA MUDA DE ACUSAÇÃO CONTRA PRESIDENTE DO SENADO

VOTO DO RELATOR ENTERRA ESCROQUERIA DA MÍDIA GOLPISTA CONTRA RENAN

PARA LULA, ATO DE NÃO RENOVAR A LICENÇA DA RCTV FOI DEMOCRÁTICO

OEA APROVA PROJETO DA VENEZUELA PARA DEMOCRATIZAR MÍDIA

"TEMOS QUE APRENDER A RESPEITAR AS LEIS DE CADA PAÍS", DIZ LULA

RENAN MOSTRA PROVAS DA TORPE ESCROQUERIA DE VEJA E SUAS FONTES

RENAN REFUTA CALÚNIAS E CONCLUI DISCURSO SOB APLAUSO DO SENADO

MÁFIAS ELIMINADAS POR LULA SÃO OS RESTOLHOS DO DESGOVERNO DE FHC

EMENDA 3 É AGRESSÃO AO MAIS PRIMÁRIO DOS DIREITOS TRABALHISTAS

LULA DIZ QUE RESPEITO À LEI MAIOR O IMPEDE DE CANDIDATAR-SE EM 2010

RECONHECIMENTO DAS CENTRAIS AMPLIFICA A DEMOCRACIA NO PAÍS

MANTEGA QUER REDUÇÃO DO "COMPULSÓRIO" PARA ACELERAR QUEDA DO JURO

 

CENTRAIS CONVOCAM A MOBILIZAÇÃO GERAL EM APOIO AO VETO DE LULA À "LEI DA ESCRAVIDÃO"

 

2.500.000 LOTAM RUAS E PRAÇAS EM SP PARA APROFUNDAR MUDANÇAS

 

COMPRA DA TIM CRIA MONOPÓLIO ILEGAL DA TELEFÔNICA NO BRASIL

"VAMOS GARANTIR A PRIMAZIA DO TALENTO SOBRE AS FORTUNAS"

PSDB, PFL, MP-SP, CPI E MÍDIA GOLPISTA ACOBERTARAM BINGOS

JURO NÃO CAI PORQUE MEIRELLES INSISTE EM TOMAR DE TODOS PARA DOAR AOS BANQUEIROS

INDEPENDÊNCIA ENERGÉTICA UNE AMÉRICA DO SUL

MEGA ENCOMENDA DE NAVIOS ATIVA MARINHA MERCANTE E ESTALEIROS

LULA: "OPOSIÇÃO QUER CRIAR CPI PARA ENTRAVAR A APROVAÇÃO DO PAC"

LULA DÁ TODO PODER À FAB PARA PÔR BIRUTAS DE AEROPORTO NA LINHA

LULA DIZ AOS EUA QUE RELAÇÃO BRASIL-IRÃ NÃO É DA ALÇADA DE BUSH

SENADO ISOLA BUSH E COMEÇA A VOTAR RETIRADA DO IRAQUE

 

 DIRETORES DO BC E FORÇAS OCULTAS DO MERCADO FLAGRADOS EM REUNIÃO SECRETA

 

TV PÚBLICA É DEMOCRACIA. MONOPÓLIOS DE MÍDIA SÃO SUA NEGAÇÃO

 

"VEJA" ABRE CRUZADA FASCISTA CONTRA REDE PÚBLICA DA TELEVISÃO

 

ANATEL ABRE A PORTEIRA PARA O CARTEL DAS TELES DOMINIAR A TV DO BRASIL

 

BUSH SAI DA AMÉRICA DO SUL MAIS ISOLADO DO QUE NA CHEGADA

 

BUSH NÃO QUER COMPRAR NOSSO ÁLCOOL, QUER AS NOSSAS USINAS

 

ÁLCOOL: EUA INVESTEM 2 BILHÕES DE DÓLARES PARA DESNACIONALIZAR A PRODUÇÃO DO BRASIL

 

SOLUÇO NA BOLSA DE NY E JURO INSENSATO DE MEIRELLES FAZEM CAIR BOLSA NO BRASIL

 

LULA CONVOCA TABARÉ A SE UNIR A HERMANOS E NÃO AO BIG BROTHER

 

LULA A MORALES: "ANTES DE SERMOS PRESIDENTES SOMOS COMPANHEIROS"

 

TURBA QUER COMBATER CRIMES LINCHANDO OS MONSTROS QUE CRIOU

 

LULA CONCLAMA O PT A MANTER O RUMO E "NÃO A ATIRAR NO PRÓPRIO PÉ"

 

PROMESSA DO COPOM DE MANTER JUROS ALTOS ACIRRA CRISE CAMBIAL

 

 LULA CORRIGE CONTAS DA PREVIDÊNCIA: "DÉFICIT" ERA SÓ TRUQUE CONTÁBIL

 

DRT EMBARGA OBRA NO BURACO DE SERRA

 

"CHAVEZ FOI ELEITO 3 VEZES DA FORMA MAIS DEMOCRÁTICA"

 

MEIRELLES TRAVA QUEDA DE JUROS PARA SABOTAR PLANO DE CRESCIMENTO

 

PAC: LULA ANUNCIA INVESTIMENTOS DE R$ 500 BILHÕES NO DESENVOLVIMENTO

 

OMISSÃO, GANÂNCIA E NEGLIGÊNCIA FIZERAM RUIR O TÚNEL DO METRÔ

 

SANHA PRIVATISTA GERA TRAGÉDIA NAS OBRAS DA LINHA 4 DO METRÔ-SP

 

LULA SUSPENDE A PRIVATIZAÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS

 

EUA INTIMA FANTOCHES A VOTAR LEI DO ASSALTO AO PETRÓLEO IRAQUIANO

 

LINCHAMENTO DE SADDAM EXIBE MISÉRIA MORAL DE BUSH E SUA KLAN