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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
“Rio
Coração do Brasil”
Congratulo-me com
Irapuan e todos os demais companheiros que idealizaram o movimento “Rio
Coração do Brasil”. Apesar de olindense e pernambucana “fanática”, vibro
pelo Rio e sofro com o programa continuado de depreciação que o “Coração do
Brasil” vem sofrendo há várias décadas. A própria leizinha hipócrita e
falso-moralista do então presidente Dutra, fechando o Cassino da Urca, de
saudosa memória, é parte e pedra angular desta campanha de depreciação.
Afinal, tendo o Cassino no Rio como uma das destinações turísticas mais
cobiçadas do mundo, quem iria freqüentar a bregalhada desértica de Las
Vegas? Mesmo à distância, quero colaborar com o movimento e participar das
discussões. Abraços.
Doris Gibson,
por correio eletrônico.
Nota da redação:
Temos certeza que o pessoal no Rio vai ficar muito satisfeito com suas
colaborações. Você pode acessar http://blogdoirapuan.zip.net e ver como
participar.
Cena do crime
O cinema já fez
inúmeros filmes sobre crimes misteriosos. Assisti a muitos. Tenho tênue
lembrança de um personagem nas cenas de crimes chamado de “O Sombra”. Não me
recordo se era herói ou vilão, tratava-se de enredo ficcional.
Partindo para a
realidade, vemos no trágico assassinato da pequena Isabella Nardoni uma
mistura de realismo e ficção. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
introduziram na cena do crime “O Homem Invisível”. Esse ninguém sabe,
ninguém viu.
Nesses momentos
conflitantes e polêmicos surgem opiniões de autoridades e psicólogos. Há
também palpites de achólogos. Aprendi em técnica de investigação que o local
de um crime deve ser isolado. Por que o pai de Alexandre voltou ao local do
crime? É claro que foi para apagar indícios, e não o fez ingenuamente, pois
é um conhecedor da lei. Precisa pagar uma cana boa.
Lair E. Alves,
Belo Horizonte – MG.
Marina Silva
A saída da
ministra ecológica, Marina Silva, já não era sem tempo. Há muito ela vinha
em contradição com o governo do presidente Lula, que quer desenvolver o
Brasil para os brasileiros. Com suas propostas e ligações com Ongs de todo
tipo, que acham que a natureza deve ser intocável, como se o homem não
fizesse parte dessa natureza e fosse o seu elemento mais importante, vinha
atravancando muitos projetos por conta das licenças ambientais. Muito bem
afirmou o coronel do Exército em entrevista publicada por este valoroso
jornal, que disse, com outras palavras, que não existe progresso nem
desenvolvimento sem modificação do meio-ambiente.
Cláudia Assis,
por correio eletrônico.
Veja
Esses dias me
peguei procurando na Internet capas da revista Veja. Impressionante o quanto
esta publicação se supera na capacidade de inventar, denegrir, superestimar
o negativo, envergonhar.
Começando por
“Che, a farsa do herói”, passando por “As revelações de Mônica Veloso”, “Os
dólares de Cuba para a campanha de Lula” e terminando em “2026, é Lula outra
vez”, essa revista demonstra cada vez mais o que Victor Civita veio fazer no
Brasil.
A Veja atua em
todos os campos, com o objetivo de moldar o pensamento do brasileiro de
acordo com o que querem os monopólios ianques.
Como já foi bem
denunciado por este jornal, sabemos que o Civita foi enviado ao Brasil, ao
mesmo tempo que seu irmão foi à Argentina, com o claro propósito de
açambarcar o mercado local de revistas juntamente com o de publicidade.
Mas não consigo me
acostumar com essa postura, e acho até bom. Enquanto as capas de Veja
trouxerem esse tipo de manchete, cada vez mais, nós do lado de cá teremos
claro quem são os inimigos a serem combatidos e derrotados dentro do nosso
país.
Thaís M. dos
Santos, por correio eletrônico.
Fenômeno
Absurdo o que a
imprensa vendida fez com o herói Ronaldo Fenômeno. Ele sempre manteve a
imagem honrosa que conquistou, o que demonstra claramente o homem bom e
valoroso que ele é.
Aparecem um bando
de travestis e acham que encontraram “a chance de mudar de vida” extorquindo
o atacante. E a imprensa suja ainda dá ouvidos!
Ronaldo continuará
sendo o herói do futebol brasileiro que sempre foi, a imagem de fibra, garra
e superação que ele conquistou nunca será apagada.
Marco Antônio
da Silva, por correio eletrônico. |