|
Lídia saúda iniciativa federal e
denuncia que governo de SP caminha na contramão do país
“O
desenvolvimento do país, a criação de empregos, salários, o investimento em
infra-estrutura são questões importantes para todos, mas muito mais
importantes para as mulheres, porque nós sofremos duplamente a falta de
condições para uma vida melhor”, afirmou Lídia Correa, presidente da
Federação das Mulheres Paulistas (FMP) e membro da executiva do PMDB-SP,
durante as preparações para o Dia Internacional da Mulher.
Lídia afirmou que
o 2º Plano Nacional de Políticas para as Mulheres “significa mais geração de
emprego e, portanto, mais mulheres participando do mercado de trabalho,
produzindo riquezas para o país, se integrando e se realizando mais
plenamente enquanto cidadãs. E isso tudo requer investimento em creches, na
capacitação da mulher, em cursos profissionalizantes, licença maternidade,
que é um período fundamental para a formação da criança”.
Para Lídia,
“enquanto o Brasil está no rumo do desenvolvimento e do crescimento, a
política adotada pelo governo de São Paulo é totalmente oposta. É uma
política contrária a um Estado forte, que promova o desenvolvimento”,
criticou.
Segundo Lídia, “o
que estamos vendo em São Paulo é a entrega de setores fundamentais, em
diversas áreas”. Lídia condenou a privatização da Companhia Energética de
São Paulo (Cesp): “O governo quer entregar ao capital estrangeiro uma
empresa fundamental de produção e distribuição de energia do nosso Estado e
do país. E nós já estamos sofrendo com a política de privatização aqui em
São Paulo, com apagões, sérios transtornos, problemas para a população e
para a indústria, contas de luz cada vez mais altas”, afirmou.
De acordo com
Lídia, “o Dia Internacional da Mulher será marcado por essas bandeiras, as
mulheres de São Paulo estão na luta contra a política privatista, pelo
desenvolvimento, por uma vida melhor para nossos filhos e para o nosso
povo”.
JÚLIA CRUZ |