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Central
sindical AFL-CIO começa campanha contra McCain junto a 13 milhões de lares
de trabalhadores
A maior central sindical dos Estados Unidos, a
AFL-CIO (representante de mais de 10,5 milhões de trabalhadores) anunciou na
quarta-feira, 12, o início de uma campanha para denunciar a políticas
econômica do candidato republicano à Presidência, John McCain.
“John McCain demonstrou repetidamente que
oferece mais das mesmas políticas econômicas fracassadas que George Bush
impõe há sete anos”, disse Karen Ackerman, diretora política da central
sindical, em entrevista à imprensa.
A AFL-CIO informou que sua campanha informará a
mais de 13 milhões de lares sindicalizados em 23 Estados que o candidato
governista vai manter, se for eleito em novembro, as mesmas políticas que já
prejudicaram os trabalhadores durante o governo de W. Bush.
A campanha da central vai se basear em visitas
pessoais a casas e locais de trabalho, telefonemas e panfletos, segundo
Ackerman. Os sindicalistas também vão confrontar McCain em eventos de
campanha, especialmente em Ohio, Pensilvânia, Michigan, Wisconsin e
Minnesota, estados que serão decisivos na eleição de novembro e que têm
muitos sindicalizados.
Ackerman criticou McCain por apoiar o
livre-comércio, votar pela limitação do pagamento de horas extras e se
empenhar pouco para evitar crises iminentes na saúde e na habitação.
Segundo a coordenadora da central, Seth Michaels,
“McCain construiu, com ajuda da mídia, uma reputação de moderado. Mas não há
nada moderado em McCain, leal aliado de Bush e que votou consistentemente e
perniciosamente contra os interesses das famílias trabalhadoras em sua longa
carreira em Washington”. |