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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Iraque
Dias atrás Bush
confessou num discurso que a guerra do Iraque não foi vencida e está sendo
cara para os cofres da Casa Branca. Claro, ele não ia admitir a derrota no
campo de batalha. Ele não tem como negar esses fatos, pois o calor e derrota
em várias cidades iraquianas não são sentidos somente pelos soldados
americanos, mas até o Pentágono não tem como negar, pois os mortos, de
acordo com as estatísticas americanas, chegam a 4 mil e mais de 28 mil
feridos e mutilados. Nas estatísticas militares, em cada 10 feridos um não
sobrevive, assim, os mortes chegariam a 7 mil. Isso, claro, de acordo com o
governo americano, que, com certeza, deve estar mentindo sobre os números,
da mesma forma que mentiu quando falou que o Iraque tinha armas químicas e
biológicas. Também tenta esconder para o mundo os gritos do povo dentro do
próprio Estados Unidos, que saiu às ruas diversas vezes pedindo que as
tropas saiam do Iraque. E ainda querem nos convencer que os EUA é um pais
democrático.
Hussein Hussein
Santos, por correio eletrônico.
Belford Roxo
Sou morador de
Belford Roxo, no Rio de Janeiro. Tenho uma séria reclamação a fazer do
bairro Suécia, na rua Apuá, altura do numero 245. Aqui, há 16 anos vivemos
sem água encanada, sem saneamento básico, com luz precária, sem asfalto, e
os moradores não tem nem condições de cavar poços artesianos. Estamos usando
esse veículo para denunciar e, quem sabe, termos alguma resposta da
prefeitura. Obrigado pela atenção.
Luis Agnelo
Lucena, por correio eletrônico.
Palestina
Enquanto Hama e
Fatah ficam brigando ou se reunindo no Egito, Arábia Saudita, Iêmem e outros
países árabes, a fim de fazer a paz entre eles, o inimigo sionista se
fortalece e se regozija. Estão construindo mais de 800 casas na Cisjordânia
para abrigar colonos judeus, o que provoca a “insatisfação internacional”.
Porém, nada nem ninguém faz nada de forma contundente contra os acintes dos
ocupantes sionistas. Isso revolta a todos que têm o mínimo de bom senso.
Gaza se transformou num holocausto palestino, mas a vida segue, ou melhor
dizendo, a morte. Os palestinos devem compreender definitivamente que nada e
nem ninguém vai abraçar a sua causa melhor do que eles mesmos, gente que
nada pode fazer, como eu. Simpatia de outras nações, inclusive árabes, não
resolve o grave problema. O negócio se transformou em matar ou morrer.
Estaremos em pouco tempo, infelizmente, assistindo a querida Palestina virar
uma enorme entidade israelense, para deleite dos judeus e dos países
europeus, todos aliados dos EUA, que é a autêntica terra judaica. Só a
justiça de Deus poderá acabar com tamanha crueldade. Viva a Palestina!
Fernando Cezar,
por correio eletrônico.
Operação
resgate
Tenho visto as
notícias que denunciam a situação da prostituição de mulheres brasileiras na
Europa. O governo brasileiro e a Polícia Federal, que têm agido com sucesso
em tantos casos, deveriam fazer uma operação no sentido de coibir esses
verdadeiros seqüestros de mulheres, que vão para esses países iludidas e
enganadas, e trazer de volta para casa as jovens que já caíram nessa malha
criminosa.
Sônia
Arquimedes de Souza, por correio eletrônico.
Nepotismo
Por quanto tempo
vamos continuar a ver a prática do nepotismo, esse vício no serviço público
do país? Volta e meia os veículos de comunicação noticiam que o serviço
público vai demitir todos os parentes de políticos ocupando cargos
comissionados e nada tem acontecido até os dias de hoje. Será que desta vez
vai ser para valer essa promessa de acabar com essa prática injusta para com
os que prestam concursos e em razão dessa ação lesiva aos cofres públicos
muitos aprovados não são contratados?
O nepotismo é
terrível, é a velha onda do “oba, oba” que vai e vem como as marés. A
promessa agora é de acabar com essa prática. Será que desta vez a coisa é
pra valer? O povo está cansado de promessas que nunca se cumprem. É hora de
o serviço público ser mais justo e moralizado.
A nossa justiça é
tímida em ralação ao nepotismo. A trama é bem tramada e está entrelaçada
como fios da teia de aranha e isso impede que os fios sejam soltos para
mudar esse quadro reinante.
O fim desse jogo
de benesses só termina se acontecer uma mudança radical na política
brasileira e isso está longe de acontecer. Só o eleitor com seu voto
consciente pode mudar paulatinamente esse quadro malévolo e indesejável.
Paul Morin, por
correio eletrônico. |