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Cartas
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Propaganda
Os americanos sempre aumentam
(maximizam) os seus feitos através da propaganda nos meios de comunicação. Da
mesma forma, através da propaganda, eles diminuem (minimizam) os seus defeitos.
Uma curiosidade é a influência da propaganda de guerra, da época, no filme
“Forja de Heróis” (produzido em 1943). No Havaí, por exemplo, são mostradas
dezenas de vítimas civis do ataque japonês a Pearl Harbor (7/12/1941) -
incluindo-se muitas crianças. São exibidas, também, seqüências relacionadas à
ação de agentes japoneses infiltrados - que, no filme, teriam sido responsáveis
em grande parte pela quase inexistente reação norte-americana ao ataque. Ambos
os “fatos” sem respaldo na realidade histórica. Atualmente, os filmes (DVDs)
americanos e ingleses sobre a segunda guerra dizem que os bombardeios aéreos
americanos e ingleses, totalmente desnecessários, contra a cidade de Dresden, em
13 e 14 de fevereiro de 1945 (a Alemanha já estava virtualmente vencida), só
mataram 30 mil alemães, enquanto o número real oscila entre 135 mil e 250 mil
alemães mortos. Os números de vítimas de Hiroshima e Nagasaki também são
adulterados em muitos filmes e livros norte-americanos (para menos). Nos últimos
meses, a propaganda americana está escondendo o número de soldados americanos
mortos no Iraque para favorecer o candidato republicano pró-Bush - MacCain. Para
o bem da humanidade é necessário que o império norte-americano se desfaça. Só
assim os povos do mundo se livrarão dos grilhões desse nefasto domínio
territorial (como no Afeganistão e no Iraque) e desse domínio na área da
propaganda, que ilude a muitas pessoas menos esclarecidas.
Manoel Carlos Prieto Batan -
Santos (SP)
Calabarshenko 2
Quem é Carlos Lopes, autor do
artigo “Em conchavo com os nazistas, Álvaro Dias mata 10 milhões de ucranianos”?
Fiquei espantado com os sofismas usados pelo autor, que tenta mostrar
conhecimento histórico mas, na verdade, distorce os fatos. Como descendente de
ucraniano que sou, com parentes mortos pelo regime de Stalin, é triste ver
pessoas com esse Sr. Lopes tentando minimizar atrocidades cometidas pelo grande
assassino comunista. Por favor, transmita ao autor o meu pesar pela
desinformação que prestou.
Sérgio Martenetz – Curitiba
(PR)
Nota da Redação:
Não tem sofisma, não, rapaz. O
que está dito é que não existiu o “holocausto ucraniano”, e que ele é uma fraude
cujo pioneirismo é disputado pelos nazistas e pelo serviço secreto inglês – uma
fraude que, depois da II Guerra, foi exumada pela CIA. O que está citado na
matéria são fatos. Somente isso. Nenhum deles foi nem ao menos negado pela
direita que, como você, quer passar uma versão mentirosa simplesmente dizendo
que foi assim porque quer que seja assim. Só que isto não basta. É preciso
provar. Foi o que nós fizemos. Você teria em muito melhor consideração a sua
ascendência se não ignorasse a luta heróica e sublime do povo ucraniano contra o
nazismo, preferindo, ao invés, uma farsa (Carlos Lopes).
Aeroportos
Em conseqüência de falta de
delimitador de área do aeroporto como o de Congonhas, as construções foram
avançando em direção aos aeroportos e isso vem ocorrendo não só no Brasil, mas
no mundo inteiro. O que ocorre nos aeroportos de São Paulo, ocorre no Rio de
Janeiro, Nova Iorque (USA), Narita (Japão) e ocorre o mesmo no mundo afora.
Infelizmente as autoridades não tiveram a visão do futuro e deixaram que os
interesses imobiliários tomassem conta dos aeroportos e colocassem em risco os
trabalhos de decolagem e aterrissagens. Os aeroportos de hoje estão blindados
com selvas de pedras e os moradores das redondezas de aeroportos correm sérios
riscos com quedas de helicópteros, aviões pequenos e gigantes.
Paul Morin – Curitiba (PR)
Alvinegro
Vislumbra-se uma parceria do
Botafogo com a nefasta dupla fla-flu para utilização do Engenhão quando o
Maracanã voltar (mais uma vez) a entrar em obras. O “maior do mundo” parece até
igreja, vive em obras. Pois bem, o que desejo transmitir ao nosso presidente
Bebeto de Freitas é que jamais promova essa descabida parceria, sob pena de ser
escrachado, ou até linchado, pela torcida. Que a nefasta dupla fla-flu vá jogar
em Édson Passos, Volta Redonda, São Januário, ou em qualquer outro estádio,
menos no nosso belo Engenhão. Pense muito bem, sr. presidente Alvinegro, antes
de cometer a maior mancada de sua vida. A nefasta dupla fla-flu pode jogar no
Engenhão sim, desde que, somente e apenas, contra o Botafogo. Chega do nosso
Clube bancar o otário sempre. Ninguém nunca nos ajudou quando estávamos na
penúria, então por que colaborar justamente com nossos maiores adversários e
inimigos? Saudações Alvinegras.
Fernando Cezar - Rio de Janeiro
(RJ) |