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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Gângster
O gangster Diego Mainardi foi condenado a 3
meses de cadeia e ao pagamento de 500 salários mínimos - ele e a revista
“VEJA” - por crime de calúnia e difamação contra o jornalista Paulo
Henrique Amorim. Acontece que a mídia abafou a notícia, e só ficamos
sabendo através do site “Conversa Afiada”, e outros blogueiros
independentes. A prova provada que a mídia é totalmente descomprometida
com a informação, principalmente aquela que vai contra suas
conveniências.
Edson Barreto, por correio eletrônico
Arrogância
O jornal russo Pravda foi claro: se os
norte-americanos podem mandar os navios deles para perto da Geórgia,
então a Rússia também tem direito de mandar seus navios para o Caribe,
para apoiar a Venezuela. A Rússia vai mandar mesmo seus navios para uma
temporada. Para dar orientações à Venezuela sobre o submarino que
comprou. Mas, a pergunta que fica no ar sem resposta é até quando vamos
agüentar a arrogância do EUA? Sim, o sucesso do míssil russo “Topol”
(RS-12M), que supera qualquer antimíssil, foi uma mensagem clara para os
EUA. “Nós também temos força e somos poderosos”, e representa uma
resposta para a pergunta mencionada. Até a Europa ficou constrangida por
causa da política ignorante e arrogante do Bush. Eles já perceberam que
o governo Bush já se meteu em muitos conflitos, que não consegue
resolver e que não tem como sair deles. O mais engraçado foi a
secretária americana que ameaçou Moscou para convencê-los a sair da
Geórgia, mas os russos não perderam nenhum segundo para responder as
ameaças dela.
Hussein Hussein – Santos (SP)
Calabarshenko 3
Que pena, sr. Lopes, que a tua classe ainda
não disponha de uma “OAB” para a formação de jornalistas
profissionais!!!!!???? Muito provavelmente, o seu nome seria excluído e,
lixos jornalísticos como o seu “Em conchavo com os nazistas, Álvaro Dias
mata 10 milhões de ucranianos”, não seriam publicados e todo o planeta
agradeceria por uma árvore a menos servindo de lousa para jornalista. O
senhor já deve ter ouvido este provérbio: “A língua é o chicote da bunda”.
Desculpe o nível, sr. Lopes, mas a ocasião é oportuna. Teus “dados”,
“fontes”, são perdoáveis, tendo em vista que o que você demonstra ter de
conhecimento no teu cérebro sobre a História da Ucrânia, é o que
Napoleão tinha no estômago. Sr. Lopes, aquilo que te faltou no banco da
tua “faculdade de jornalismo”, você poderá banhar-se culturalmente num
imenso lago de conhecimentos históricos e, só um pequeno detalhe, artigo
publicado, nada mais nada menos, do que pelo “O ESTADO DE S. PAULO” que,
com todo o repeito ao seu jornal, não o teria no seu quadro de
funcionários.
Teodózio Haliski – Curitiba-PR
Nota da redação:
Uma OAB para os jornalistas seria muito bom, pois a função da OAB é
proteger os advogados - e não amordaçá-los. Mas nós entendemos o seu
problema: gente que não gosta da democracia sente muita necessidade de
uma Gestapo. Quando não há nenhuma, fica alucinando com alguma. A OAB
verdadeira, portanto, nada tem a ver com essa Gestapo que você tem
dentro de si. Mas, tudo bem que você tenha as suas alucinações – mesmo
que sejam alucinações algo chegadas ao nazismo, revelam apenas
impotência. Por exemplo, se a tua esperança de que as pessoas acreditem
nessa fraude do “holocausto ucraniano” é nos calar, pode desistir. Você
está apenas confessando que não tem prova alguma de que ele existiu – se
tivesse, bastaria mostrá-las, ao invés de ficar delirando com a
proibição a quem mostrou as provas de que se trata de uma fraude.
Interessante que mesmo em relação ao artigo do “Estadão” – publicado há
30 anos atrás – você seja incapaz de citar uma palavra dele. Por último,
quanto a esse negócio de “a língua é o chicote da bunda”, nós aqui não
discutimos preferências sexuais exóticas – pelo menos quando não são
exercidas na vida pública e sim na privada.
Hora do Povo
Desejo parabenizar a “Hora do Povo” pelas
reportagens que tem publicado sobre a Petrobrás e as novas descobertas
do Pré-Sal. Destaco principalmente a edição de 11 a 15/07/2008, na qual
Fernando Siqueira, diretor de comunicações da AEC da Petrobrás, fez um
importante relato para nós brasileiros. Somente quem saiu pelas ruas com
uma bandeira nas mãos, trazendo os dizeres “o petróleo é nosso”, pode
dar o devido valor às palavras de Siqueira. Em outra edição, a de 06 a
07/08/2008, a “Hora do Povo” publicou uma reportagem sobre uma palestra
proferida pelo seu diretor de redação, Carlos Lopes, durante o III
Congresso Nacional Afro-Brasileiro. Gostaria de sugerir ao Sr. Carlos
Lopes, que em uma futura edição, escrevesse mais sobre Luiz Gama, que
infelizmente encontra-se esquecido na história do Brasil. Muitos
leitores estarão aguardando.
Hermes Martins – São Paulo (SP) |