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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Conveniências
O senador Flávio Arns está saindo do PT por
conveniências pessoais, assim como o fez quando se desligou do PSDB onde
era tucano nato. Principalmente quando o quadro de candidatos ao senado
aqui em Curitiba já antecipadamente mostra que seu nome está em baixa
nas pesquisas, uma vez que nomes mais expressivos, como o governador do
Estado e outros políticos de primeira linha, combatentes em defesa do
nosso povo, já despontam nas eleições próximas de 2010. Ocorre que é
praxe de muitos políticos oportunistas cuspirem no prato que comeu, mas
os cidadãos não são tolos e observam os fatos!
Vagner Rodrigo da Cruz –
Curitiba (PR)
Comparação
Prezados, não sou eleitor de cabresto, nunca
fui, procuro saber em quem estou votando, curriculum e etc. Mas é
impressionante o que está acontecendo hoje em dia com a mídia. Nunca
esteve tão tendenciosa. Por isso, mesmo que a gente não goste deste ou
daquele político (acredito que exista muito de simpatia, subjetividade
em eleições, paixões, mas ainda bem que é assim, não é? Torna tudo
imprevisível), é importante saber, pelo menos um mínimo, da verdade.
Então, sugiro que depois de ver o Jornal Nacional, comparem com:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/. É impressionante como, em
alguns assuntos, as informações e o nível de detalhes são totalmente
diferentes.
Marcos Carvalho Campos – por
correio eletrônico
Correios
Por detrás dos que queriam a quebrar o monopólio
dos Correios, certamente, deve estar muito dinheiro das multinacionais
que pretendem arrancar ainda mais o couro dos brasileiros. Corporações
do tipo da Fedex, que cobra os olhos da cara para entregar um pacotinho
que nunca chega, imagina se pudesse levar nossas cartas e contas. Ia
ganhar rios de dinheiro entregando segundas, terceiras e quartas vias de
boletos. O nosso Correio é um dos serviços mais democráticos da Pátria.
Chega em tudo o que é lugar do Brasil para rico e para pobre (tem a
carta social) e até mesmo para quem não tem internet.
Feliciano de Andrade – Rio
Verde (MS)
Botafogo roubado
Mais uma vez o meu Botafogo foi roubado em São
Paulo. Já o tinha sido contra o Palmeiras, onde houve um pênalti
clamoroso em Lúcio Flávio que o juiz não marcou. Resultado final: 1 x 1,
quando deveria ter sido 2 x 1 para o Botafogo. Recentemente a
roubalheira foi contra o Corinthians, quando tivemos uma penalidade
máxima flagrante em cima de Vitor Simões que não foi assinalada. O time
paulista teve dois gols irregulares: um pênalti que não houve e uma
falta que também não aconteceu, e esses dois erros culminaram em dois
gols para o adversário. Já o Botafogo só teve de irregular o gol de
André Lima. Então o placar certo seria 3 x 1 para nós. Nunca 3 x 3! Mais
uma vez isso vem a provar que as facciosas arbitragens privilegiam os
clubes de São Paulo e sempre prejudicam os do Rio, principalmente o meu
Botafogo.
Fernando Cezar – Rio de
Janeiro (RJ)
Vestal
Um dos primeiros poemas que escrevi para o site
Pátria Latina foi contra o ex-presidente da República e atual presidente
do senado, José Sarney. Portanto, não dá para me taxar de fã de Sarney,
como estou vendo os trombeteiros do PIG dizendo de quem critica os
repentinos críticos de Sarney, que tinham passado cinqüenta anos
elogiando-o. O que não dá é para achar que é normal jogar um ou dois
bois às piranhas e deixar passar toda uma boiada contaminada de
brucelose moral, aftosa da honra e carbúnculo ético. Vamos falar de
Arthur Virgílio. A sua catilinária serviu para esclarecer toda a sua
sujeira que a imprensa golpista jogou debaixo do tapete durante todos
estes anos. Foi assim que se descobriu que sob o manto protetor e
protegido desta vestal de fancaria, seis aspones engordam os bolsos à
custa do Senado que ele diz querer moralizar. Também foi lembrado que a
Corregedoria-Geral da República obrigou-o a devolver 154 mil reais do
Ministério do Interior por malversação no seu desastroso mandato de
prefeito de Manaus. E até que, quando Secretário Geral da Presidência em
2002, mostrou seus dotes carnavalescos num camarote de empresas privadas
no Sambódromo do Rio de Janeiro. Mentiu, dizendo que tinha comprado a
camisa por 2.500 reais, mas as camisas não tinham sido vendidas a
ninguém, mas sim doadas aos “amigos” das empresas patrocinadoras.
Crispiniano Neto – por
correio eletrônico |