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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Os homens do PSDB
Walter
Feldman, secretário tucano de Serra na prefeitura de Gilberto Kassab:
propinas de US$ 5 mil mensais de janeiro a dezembro de 1996 e mais US$
20 mil em 1998 pagos pela Camargo Correa; o atual chefe da Casa Civil do
governador José Serra, Aloysio Nunes Ferreira Filho, seu candidato à
sucessão estadual: propinas de US$ 45.780 pagas pela Camargo Correa em
1998; governador José Arruda, cotado como vice-presidente na chapa de
Serra em 2010: achaques de R$ 56,5 milhões cobrados de empresas
prestadoras de serviços no DF; Oswaldo Negrini Neto, o número 2 da
Polícia ‘científica’ de Serra: venda de gabaritos e de vagas em
concursos públicos para peritos do Estado; Roberto Freire (PPS), aliado
‘carnal’ de Serra, seu principal porta-voz contra a esquerda: chantagem
e propinas junto a empresas detentoras de contratos de R$ 16 milhões com
a secretaria da Saúde do DF, controlada pelo PPS. Por aí vai...
Rodrigo Pedroso – por correio eletrônico
Fichas sujas
O povo
precisa conhecer quem são os fichas sujas seus secretários, súditos,
etc. A notícia fala de um vídeo mostrando empresário com dinheiro na
cueca do mesadão (mensalão) do DEMagogia. Face a importância dessa
notícia de caixa 2 do DEM, caiu de vez a máscara da tropa de assalto...
Jonatas Cavalheiro – por correio eletrônico
Merenda Escolar
O direito a
merenda escolar não é cumprido na Escola Dona Pilar Vidal localizado no
Jd IV Centenário. Investimentos do governo só naquilo que gera receita,
fora isso nem a lei consegue fazer com que a lei seja cumprida, ou seja,
lei só uma “A lei da vida”.
Lourivaldo Delfino – por correio eletrônico
Falta de perspectiva
O desespero
da é pior do que a mente de Benjamin. Cesar Benjamin é uma mente
doentia. Alguém que inventa histórias e constrói tramas para
desqualificar aqueles com os quais por muitas vezes teve longo
relacionamento. Cesar Benjamin é uma pessoa sem caráter, um psicopata da
política. Pessoas assim existem. E vivem buscando jornais para acusar
seus adversários. Jornais, em geral, as ignoram. Por isso, neste
episódio, o que mais me assusta é ver a Folha valer-se de uma mente
insana para tentar atingir a reputação de alguém a quem se contrapõe
politicamente. Se a direção deste jornal considera isso válido para
atingir seus objetivos, por que não sustentaria um golpe para derrotar
esses mesmos adversários políticos?A iminente derrota da oposição em
2010 e a falta de perspectiva política desse grupo nos próximos anos
estão levando a uma radicalização midiática que não é só nojenta. É
preocupante. É bom os partidos da base do governo ficarem atentos a
isso.
Ted Kaczynski – por correio eletrônico
Arruda
Na política
brasileira toda irregularidade se esquece e termina impune. É só esperar
o tempo passar que nada acontecerá. O último caso de impunidade envolveu
José Sarney, que levou meses nas páginas de jornais e telas de TVs, até
cair no esquecimento, passar impune e ninguém mais tocar no assunto. O
próximo caso a ter o mesmo caminho é o do Governador do Distrito Federal
José Arruda e seus panetones. Assim como Sarney, tem muitos trunfos na
mão para ser punido sem levar consigo uma centena de companheiros, o que
inviabiliza qualquer ameaça real, já que ninguém é besta de abrir mão
das regalias ilícitas que recebe.
Habib Saguiah Neto - Marataízes (ES)
Nota da
Redação:
O leitor parece mais preocupado com o senador
Sarney, que, até hoje, independente da opinião que tenhamos sobre suas
opções políticas, não foi implicado em nada que se assemelhe, nem por
milésimo, às falcatruas do governador Arruda. Acreditamos que, em
questões como essas, o melhor é guardar o senso de proporção, isto é, de
realidade.
Direito de defesa
Diante do
recente escandalosíssimo escândalo ocorrido no Planalto Central,
documentado em som e imagem inequívocos, diz o Luiz Inácio que não pode
se manifestar porque não está convencido da culpabilidade dos
envolvidos.
Pedro Luis de Campos Vergueiro – São Paulo (SP)
Nota da
Redação:
Aconselhamos ao leitor que veja a
íntegra da entrevista do presidente, publicada pela Agência Brasil. Ele
não disse isso.
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