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Grandes
corporações encangaram o rapaz
Discurso de
Obama no Nobel da Paz fala 42 vezes em guerra
Receitas
do velho imperialismo não vão aliviar a crise americana, vão agravá-la
Já dizia o
grande Martin Luther King que “ninguém montará em cima de nós se não nos
curvarmos”. Depois de assinar embaixo da guerra cambial dos monopólios
dos EUA contra os outros países e enviar ao Congresso o maior orçamento
militar da História, em seu discurso em Oslo, recebendo o prêmio Nobel
da Paz, Obama revelou que apesar de ser seguidor de King, “como chefe de
Estado” não pode segui-lo. Asseverou que “a opressão sempre conviverá
conosco”, que “podemos admitir a incorrigibilidade da pobreza”, defendeu
o papel dos “instrumentos de guerra na preservação da paz”, que “as
nações verão o recurso à força como não apenas necessário, mas
moralmente justificado” e que as agressões dos EUA são “guerras justas”.
Sábio era, realmente, Martin Luther King, que também disse: “nada no
mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez
conscienciosa”.
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