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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Arruda
O governador
do Distrito federal, diante de tantas denúncias divulgadas e provatórias,
deveria ter o mínimo do censo analítico e renunciar ao cargo a que o
povo o conduziu para trabalhar pelo progresso social e dos cidadãos, e
não transformar a administração pública em balcão de negócios. O Sr.
Arruda, do partido dos Dem (Democratas), é um péssimo exemplo para a
nação, e para a camada dos políticos que ainda lutam e trabalham
constantemente pelo Brasil e pelo nosso povo que tanto almeja ações
sociais! Que desagradável assistir na TV a polícia do governador (ele é
o chefe da policia, assim, como em todos os estados) mandar PMs a cavalo
agredirem aleatoriamente estudantes e cidadãos que, no seu direito de
protestar, lá estavam diante do Palácio governamental reclamando
satisfações sobre as ações nefastas de seus subordinados e dele próprio.
Célio Borba – Curitiba (PR)
Anáguas
Interessante
como as viúvas dos nazitucanosdemoníacos rasgam as anáguas na mídia. Mas
vejamos, por que é que ninguém fala dos 800 milhões de dólares que a
ALSTOM depositou na conta do PSDB/DEMoniaco/PPS, para ganhar a
concorrência dos trens de SP? Mas como o mensalão do PSDB, não pode ser
divulgado, ninguém cobra nada. Por que é que ninguém nunca fala dos 48
milhões de reais que a Yeda PSDB Crusius roubou do DETRAN no RS? Por que
é que ninguém fala da grana que o Artur Virgílio desviou para a Espanha
e não devolveu? Será que só tem mídia para o m...!!
Jair Orichio Junior – por correio eletrônico
Telefônica
Liguei para
a Telefônica no dia 1/12/09, por volta das 16 horas para registrar uma
ocorrência. Informei que, ao lado da minha porteira, no dia 31/11/09
caiu um poste da Telefônica e esticou todos os cabos da linha, ficando
literalmente no meio da estrada. Como também tivemos uma ocorrência com
uma árvore caída sobre a rede de alta tensão, informei a Elektro que
atendeu a ocorrência e empurrou o poste da Telefônica um pouco para o
lado, local que ele se encontra até hoje 9/12/09. No sábado dia 5/12/09
o meu telefone ficou mudo, fui até o poste caído e vi que parte dos
cabos e fios da Telefônica que escoravam o poste romperam. Fui até um
ponto da estrada aonde o celular tem sinal e liguei novamente para o
10315. Por volta das 11:45 liguei e informei novamente a queda do poste,
o rompimento dos cabos e a mudez do meu tel. Ela me deu o protocolo e me
informou que até as 12 horas do dia 7/12/09 os problemas estariam
resolvidos. Como nada foi feito, liguei dia 9/12/09 as 11:55 horas para
o 10315. Informei tudo novamente e recebi as seguintes informações: 1-
Ela está dando continuidade ao protocolo; 2- A telefônica tem a partir
de agora 48 horas para colocar o meu telefone para funcionar; 3 – O caso
do poste caído é de responsabilidade da Prefeitura e que devo informá-la
da queda (Já falei com a Prefeitura e o serviço de manutenção e
recolocação do Poste é de responsabilidade da Telefônica!). Hoje
14/12/09 tudo continua como antes: Poste caído na estrada, meu telefone
mudo e Ouvidoria informada mas não dando nenhum encaminhamento ao meu
caso.
Luiz Mario Stein Moreira – São Paulo (SP)
Enchentes em São Paulo
O conteúdo
da notícia não é de hoje. Há muito tempo é notícia que a “Maioria dos
Piscinões da Capital está Cheia de Lixo”. A obra contra a enchente é
feita, mas, mas sua limpeza é esquecida depois. É a história de sempre:
limpeza não aparece e não gera votos. Não obstante o sr. Prefeito Kassab
disse que, em 2009, R$ 309 milhões já tinham sido aplicados em “obras”
contra enchentes. Quais foram tais obras, todavia, nenhum esclarecimento
foi dado. Significará que tais obras não existem? Tudo indica que sim,
porque aí estão as enchentes de sempre. Dinheiro existe, é
incontestável. Por que, então, não gastá-lo em serviços? Gastar em
serviços de limpeza dos piscinões? Aqui fica a sugestão ao sr. Kassab,
sem prejuízo dos esclarecimentos devidos, é claro.
Pedro Luis de Campos Vergueiro – São Paulo (SP)
Perfume
Tal qual as
rosas que não falam, mas exalam o perfume do amor, do mestre Cartola, as
imagens da turma de ladrões recebendo o dinheiro roubado dos cofres
públicos exalam o fedor da roubalheira geral que tomou conta de grande
parte do poder no Brasil.
Wilson Gordon Parker - Nova Friburgo (RJ)
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