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Cartel das
teles privatiza ministro para sabotar Plano Nacional de Banda Larga
O ministro
das Comunicações, Hélio Costa, e os representantes das teles se reuniram
em Brasília e definiram uma lista de benesses para as operadoras
“participarem” do Plano Nacional de Banda Larga: desoneração,
reorganização das taxas do serviço, política mais liberal para licenças,
aprovação do PL-29, utilização do fluxo anual de R$ 1 bilhão do Fust e a
utilização das fibras óticas das estatais. Em troca, não oferecem nada.
De 2006 a setembro deste ano, apenas Telefónica, BrOi e Embratel somaram
um lucro líquido de R$ 20,301 bilhões.
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