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Representantes da RPDC
e Coreia do Sul debatem questões da Península
Representantes do governo da RPDC – República Popular
Democrática da Coreia e da RFC – República Federal da Coreia (do Sul)
reuniram-se no dia 7 de novembro em Kaesong para tratar de assuntos
intercoreanos pendentes, como a questão nuclear, as questões de ajuda
humanitária, as reuniões de famílias separadas e os programas turísticos de
sul-coreanos na RPDC, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.
Desde outubro do ano passado, quando se reuniram em
Kaesong para discutir sobre inundações de rios e sobre as famílias
separadas, não acontecem reuniões inter-governamentais entre as duas partes
coreanas.
A agência sul-coreana noticia também um encontro
realizado em Singapura no dia 20 de outubro na qual as duas partes
consideraram a possibilidade de realizarem uma reunião inter-coreana de alto
nível, uma “cúpula inter-coreana” não confirmada pelo governo sul-coreano.
Em Pyongyang desde o dia 9, Jack Lang, enviado do
governo francês, reuniu-se ontem, 10, com Pack Ui Chun, do governo da RPDC,
no Palácio dos Congressos Mansudae. Na pauta, assuntos de interesses mútuos
e as relações oficiais entre os dois países.
O Departamento de Estados dos EUA confirmou ontem, que o
representante dos EUA para os assuntos core-anos, Stephen Bosworth visitará
a RPDC. “Temos dito à RPDC que estamos preparados para que o Embaixador
Bosworth e uma equipe visite Pyongyang no momento oportuno”, disse o
porta-voz do Departamento de Estado Philip Crowley, que deu tais declarações
dois dias antes da viagem do presidente Barak Obama à Ásia.
A RPDC tem mantido sua posição de abertura a todo tipo
de diálogo mas questiona a participação no grupo dos seis – que os EUA
querem reativar -, de países que não aceitam o diálogo, não buscam o
entendimento e usam o espaço de discussão para chan-tagear a RPDC; e
condenou os EUA por ter realizado nos últimos dias com a Coreia do Sul o
“Plano operacional “5029”,exercício militar na fronteira que é uma peça de
guerra de agressão contra o norte da Coreia. Tal plano simula a ocupação
militar a partir do sul sem que a RPDC não tenha feito qualquer ataque ao
sul. |