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Para ONU, eleição
no Afeganistão foi roubalheira geral
Os candidatos
seguiram à risca o manual da CIA. No domingo, o chefe da missão da ONU no
Afeganistão, Kai Eide, admitiu que a “fraude foi generalizada” na eleição de 20
de agosto e jurou que não “acobertou” as irregularidades que beneficiaram
principalmente Karzai. Observadores da União Europeia calcularam que 1,5 milhão
de cédulas eram “suspeitas” de fraude.
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