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Bancários
aceitam proposta dos bancos privados e Caixa Econômica mantém greve
Após mobilizar trabalhadores em todo o país,
os bancários dos bancos privados aceitaram a proposta da Fenaban e encerraram a
greve na semana passada. O reajuste será de 6% (aumento real de 1,5%). O
percentual também será aplicado às demais verbas, como auxílio-refeição (R$
16,88), cesta-alimentação (R$ 289,31) e auxílio-creche/babá (R$ 207,95). O piso
salarial para auxiliar de escritório após 90 dias de empresa passa a R$
1.074,46.
Os funcionários do Banco do Brasil também
aprovaram o fim da greve deflagrada em 24 de setembro. Bancários de Brasília,
Belo Horizonte, Porto Alegre, Pernambuco, Ceará, Piauí, Sergipe, São Paulo, Rio
de Janeiro, Florianópolis, Curitiba, Mato Grosso, Campinas, Pará, dentre outras
bases sindicais, aceitaram a proposta de 6% de reajuste.
Na Caixa Econômica Federal, a greve continua.
“A greve vai prosseguir até que a Caixa apresente proposta global às
reivindicações específicas apresentadas pelos trabalhadores. O lucro da empresa
continua elevado e os empregados devem receber, no mínimo, a mesma PLR do ano
passado. Exigimos também mais contratações, isonomia de direitos e melhores
condições de trabalho”, afirma o presidente do Sindicato e integrante do Comando
Nacional dos Bancários, Luiz Cláudio Marcolino. |