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TV Martí é a menos vista do mundo
Ianques usam
nome do prócer da Independência para tentar fazer marola contra Cuba
Durante os
últimos 18 anos, os Estados Unidos já gastaram mais de 500 milhões de
dólares para tentar caluniar a revolução cubana por meio da TV Martí e o que
conseguiram foi fazer a emissora de televisão menos vista do mundo, revela
artigo do jornalista Jean-Guy Allard. “Agora só lhe resta desaparecer”,
sentenciou.
“Câmaras,luzes,
um locutor com voz agradável e um local cheio de técnicos sentados em frente
aos monitores. O único que falta é... audiência”, ridicularizou o The St.Petersburg
Times, diário desta cidade do Sul da Flórida. O Estado abriga um antro de
ricaços desocupados, terroristas, marginais e prostitutas que deixaram a
ilha caribenha e que agora viraram inesperadamente “comentadores” bem
remunerados de invencionices histéricas contra o governo cubano.
CABIDE
Como apurou o
jornalista, tanto a rádio como a televisão que levam o nome do herói da
independência de Cuba, José Martí, são meros “cabides de emprego para a flor
da botânica mafiosa de Miami”. “A uma das protegidas da Casa Branca, Olga
Connor, foram ofertados dois programas culturais, de uma hora cada um, pagos
a 440 dólares a hora”, esclareceu.
Conforme revelou
em informe recente o próprio Burô de Auditoria Federal (GAO) dos Estados
Unidos, apesar das inumeráveis tentativas, “a TV que não se vê e a rádio que
não se ouve têm audiências de menos de um por cento”. Na realidade,
acrescenta Allard, “seria mais exato dizer cerca de zero, é como se
estivesse fora do ar”.
DESCONECTAR
“Os críticos
dizem basta”, estampou o Times. “Recordando que o presidente Obama reiterou
em seu discurso de posse sua fé num governo que funciona”, muitos
estadunidenses argumentam que “chegou a hora de desconectar a TV Martí”. O
diretor de estudos de comunicação da Universidade Penn State, John Nichols,
também condenou a malversação de recursos públicos: “é dinheiro do
contribuiente e estes tempos são duros”.
Artigo do St.
Petersburg Times reiterou a péssima qualidade das reportagens da tv gusana,
“a vulgaridade e a grosseria de algumas intervenções e a falta de
profissionalismo” já apontadas pelo GAO ao analisar o conteúdo da emissora
que “engole 34 milhões de dólares ao ano”.
DIRIGÍVEL
Allard
esclareceu que “desde 2006, durante cinco horas em seis noites por semana, a
TV Martí usa um dirígivel para a transmissão de seu sinal, por um custo
anual de 5 milhões. Porém o GAO não encontrou a menor prova de que este
sistema caríssimo tenha melhorado algo na efetividade nula da estação”.
“Ninguém teve a ideia de fazer um inventário
da interminável sucessão de irregularidades, de desfalques e fraudes que
caracterizam a história da rádio e da TV que roubaram descaradamente o nome
de José Martí, por conta da CIA”, protestou o jornalista. |