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Metalúrgicos de SP aprovam estado de greve e farão negociação por empresa
Com data-base em 1º de novembro, os metalúrgicos
de São Paulo, Osasco e Região entraram em estado de greve nesta semana por
reajuste salarial de 10%, piso unificado de R$ 1.200, ampliação dos direitos
na Convenção Coletiva e redução da jornada para 40 horas semanais, sem
redução salarial, entre outras reivindicações.
A pauta foi entregue pela Federação da categoria
em agosto, mas os grupos patronais não apresentaram nenhuma contraproposta.
A categoria definiu nas diversas assembléias
realizadas no Estado organizar paralisações por empresa, buscando um acordo
em torno da pauta comum.
“Vamos pressionar para fazer o maior número de
acordos possível e passar por cima da intransigência dos grupos patronais”,
afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das
Cruzes, Miguel Torres. “As empresas que não quiserem ver sua produção parada
podem procurar o Sindicato para negociar”, acrescentou o presidente do
Sindicato de Osasco, Jorge Nazareno.
Na segunda-feira aconteceram novas paralisações
em Guarulhos, com mais de 800 trabalhadores cruzando os braços na Elmactron,
Persico e Rossetti. |