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CARTAS
horadopovo@horadopovo.com.br
Embargo a
Cubatc
"Embargo
a Cuba"
Mais uma vez
a ONU votará uma resolução contra o embargo comercial e financeiro
americano a Cuba, que perdura desde 1962, por determinação de John
Kennedy. Desde aquele ano, todos os presidentes dos EUA que sucederam
Kennedy, mantiveram a mesma postura ruim e covarde, ou até mesmo pior
contra a pequena ilha. Quando brotou nos lábios de Obama a promessa de
iniciar o fim desse embargo, quase todos acreditaram que finalmente o
embargo poderia acabar. Mas até agora tudo é lorota, pois nenhuma ação
nesse sentido foi iniciada por Obama, provavelmente pressionado por
conhecidas forças reacionárias norte-americanas. Obama deve uma
explicação sobre o assunto.
Habib Saguiah Neto - Marataízes (ES)
Crime
contra a humanidadetc "Crime contra a humanidade"
Quero
concordar absolutamente com o leitor Ruggero Bernardo, que na edição
passada deste jornal falou sobre os crimes que os sionistas cometeram na
Faixa de Gaza e a denúncia que os sionistas estão tentando barrar contra
seus soldados. Eles entraram em contato com muitos países, ameaçando
alguns e prometendo ajuda militar para outros, para que não votem a
favor do relatório que acusa claramente os sionistas de crimes contra a
humanidade. Esses crimes não podem ficar sem punição. Se eles não forem
julgados como seria o futuro? Não bastam as bombas que jogaram contra
Gaza que, ainda por cima, contaminaram a água (90% da água de Gaza é
contaminada). Gaza virou uma prisão. Imaginem um povo inteiro
prisioneiro. O pior é que o mundo está assistindo, como o nosso amigo
falou na edição passada, como se isso fosse normal!
Hussein Hussein – por correio eletrônico
Violênciatc "Violência"
Bom, é muito
curioso quando vejo noticias e debates depois de fatos horríveis que
aconteceram no RJ e que a cada semana ocorre em todas as capitais do
Brasil, são cada vez mais freqüentes e percebo que estamos já meio que
acostumados a estes fatos, tanto que depois de uma semana nada mais se
fala até o próximo incidente, para espanto e choque de todos (criança
arrastada, bala perdida, arrastão em praias ou praças, policiais matando
e roubando e por aí vai). Fica muito difícil falar no fim da violência
sem que se faça qualquer movimento e investimento na base. Não conheço
ninguém que goste de morar em uma favela, que goste de pegar fila para
“tentar” ir ao médico, que goste de pegar fila para “tentar” fazer
matrícula em alguma escola, de não ter transporte público digno, de
ouvir e ler sobre a impunidade para aqueles que deveriam dar o exemplo.
Muito descaso para os menos favorecidos em qualquer órgão público.
Concluindo, desde que me conheço por gente, tenho 46 anos, isto é
discutido e prometido, mas não sai do lugar, apenas piora. Acho que
poderíamos inverter algumas coisas, fazer as obras necessárias de
infraestrutura e logo depois sim ser candidatos a fazer qualquer
competição esportiva.
Marcelo de Moura – São Paulo (SP)
Palmeirastc "Palmeiras"
É
inacreditável. O primeiro lugar perde o jogo para o quase último. No
caso, o placar de dois a zero pode ser considerado uma goleada. Como os
jogadores palmeirenses compareceram ao campo? Com sapatos de salto alto?
Com capacetes e a guarda abaixada? O problema não é do técnico, não; o
problema é dos onze palmeirenses em campo que subestimam o adversário e
superestimam a falta de vontade de ganhar. É vergonhoso.
Pedro Luís de Campos Vergueiro – São Paulo (SP)
Dia ecumênico pela paz
Em 27 de outubro é celebrado o Dia Mundial de
Oração pela Paz. A origem da celebração vem do ano de 1986 (Ano
Internacional da Paz), quando nesta mesma data aconteceu em Assis, na
Itália, um grande Encontro (o primeiro) entre as principais religiões do
mundo com o objetivo de rezar pela paz. Evento que constituiu um marco
fundamental no campo do diálogo interreligioso, pois estiveram presentes
representantes cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, janiistas, bahai,
sihk, zoroastrianos, xintoístas e hinduístas; além de religiões
tradicionais africanas e ameríndia. Criar uma cultura de Paz será muito
mais eficiente do que diversas caminhadas e manifestações vestindo
branco ou acendendo velas. Uma busca que, a exemplo daquela vivida por
Francisco, deverá ser incessante. Nunca conseguiremos vencer as práticas
de violência e intolerância se não buscarmos em nosso íntimo sermos
verdadeiros instrumentos de Paz. Comecemos tentando mudar o homem (ou a
mulher) no espelho.
Anderson
Moura - membro dos Conselhos Nacional e Internacional da Ordem
Franciscana Secular (OFS) e da Juventude Franciscana (JUFRA) – por
correio eletrônico |